segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Marisa Orth criticada por postar vídeo em que Marília Mendonça repudia Bolsonaro

 

Correio Braziliense - Talita de Souza

postado em 08/11/2021

 

Marisa Orth rebate críticas após postar vídeo em que Marília Mendonça repudia Bolsonaro - (crédito: Instagram/Reprodução)

Atriz escolheu um registro em que a cantora se declara como #EleNão, nas eleições 2018, para afirmar que o trabalho de Marília era político

A homenagem da atriz Marisa Orth para a cantora Marília Mendonça, que morreu em um acidente aéreo na última sexta-feira (5/11), tem sido alvo de críticas nas redes sociais. A artista postou, no Instagram, um vídeo gravado pela sertaneja durante a eleição de 2018, no qual Marília se declara contra o então candidato Jair Bolsonaro e afirma que ele seria um retrocesso para as mulheres.

“Eu queria dizer primeiramente que a gente não precisa desse retrocesso. Eu sou uma mulher que batalhei bastante, trabalhei bastante, dentre outras mulheres do sertanejo, para quebrar todo preconceito de um mercado completamente machista. E com certeza Marília Mendonça é #EleNão. Quero que você mulher repense muito bem se você precisa desse retrocesso, se você merece esse retrocesso na sua vida. Tá bom?”, diz a artista no vídeo.

Na legenda da publicação, feita no sábado (6/11), Orth ressaltou a relevância da cantora para “a mulher brasileira” e o quanto o trabalho dela é “política”. “As suas canções são políticas. Ser mulher no Brasil hoje e lutar para ser respeitada é política. Sair de uma relação aonde se é abusada, apesar dos preconceitos com mulheres separadas ou mães solo, é fazer política. Ser uma compositora respeitada no mundo sertanejo é fazer política”, escreveu a atriz.

“Que Deus console seus familiares, sua mãe, e que seu filho cresça sabendo da verdadeira GUERREIRA que sua mãe foi”, disse ao finalizar a homenagem. Em pouco tempo, vários pessoas repudiaram a escolha do vídeo na postagem, o que fez com que a artista privasse a publicação de novos comentários.

“Marília não me censuraria” 

Omar Aziz diz que Bolsonaro "abre a boca para jogar fezes" e cita rachadinha

 

Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images

Yahoo, Redação Notícias






·         O senador Omar Aziz (PSD-AM) rebateu a ofensa contra ele dita pelo presidente Jair Bolsonaro

·       O presidente da CPI da Covid foi chamado pelo chefe do Executivo de "cara de capivara"

·         Aziz afirmou que o presidente "abre a boca para jogar fezes"

Presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) rebateu a ofensa contra ele dita pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no último sábado (6), em Ponta Grossa (PR). O senador foi chamado pelo chefe do Executivo de "cara de capivara"Em entrevista ao portal UOL, Aziz afirmou que o presidente "abre a boca para jogar fezes": "Uma pena que o Brasil seja governado por esse tipo de gente. O sentimento que eu tenho nesse momento, além de preocupação, é de pena com quem está passando fome e dificuldade".

O parlamentar ainda citou a "rachadinha" (apropriação do salário de servidores) ao falar que Bolsonaro seria "aquele carioca que tira proveito de funcionários do próprio gabinete". O presidente é suspeito de ter cometido este crime de peculato quando ainda exercia a função de deputado federal. Para Aziz, a imprensa brasileira "não deveria mais dar importância" às declarações do presidente Bolsonaro. "Depois que os cientistas brasileiros se recusaram a receber a comenda científica, a imprensa não deveria mais dar trela para esse sujeito", afirmou ao portal UOL.

Bolsonaro foi acusado de ter cometido ao menos nove crimes durante a condução da pandemia do coronavírus, de acordo com o relatório apresentado em 20 de outubro pelo relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL). Entre as imputações estão crimes comuns, que têm pena de prisão e/ou multa, crimes contra a humanidade e crimes de responsabilidade, que podem resultar em impeachment.

Nos casos de crimes comuns, somadas, as penas previstas no Código Penal podem chegar a quase 40 anos de prisão, em caso de pena máxima. Se a pena for mínima, Bolsonaro poderia ser condenado a cerca de 20 anos de detenção. O relatório apresentado pelo senador Renan Calheiros pede o indiciamento de Bolsonaro pelos seguintes crimes:

·         epidemia com resultado morte;

·         infração de medida sanitária preventiva;

·         charlatanismo;

·         incitação ao crime;

·         falsificação de documento particular;

·         emprego irregular de verbas públicas;

·         prevaricação;

·         crimes contra a humanidade;

·         crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

Lira busca presidente do STF para tentar impedir fim do 'orçamento secreto'

ESTADÃO - Lauriberto Pompeu

© Dida Sampaio/ Estadão Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

 BRASÍLIA - O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), pediu, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, aceitou recebê-lo nesta segunda-feira, 8. A reunião acontece na véspera de o Supremo começar a julgar uma ação que pode acabar com o pagamento de emendas de relator (RP9), modalidade que serviu de base para o 'orçamento secreto', usado pelo governo de Jair Bolsonaro para transferir recursos a congressistas aliados em troca de apoio no Legislativo. O esquema foi revelado em maio pelo Estadão e chamado também de "tratoraço", por envolver a compra superfaturada de equipamentos agrícolas.

A relatora do caso na Corte, ministra Rosa Weber, determinou na última sexta-feira, 5, que as transferências relativas às emendas de relator sejam suspensas enquanto o plenário do Supremo não decidir sobre o assunto. O julgamento está pautado no plenário virtual e os ministros podem votar da 0h de terça-feira, 9, até as 23h59 da quarta, 10.

Também está marcada para amanhã a sessão da Câmara que vota, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos precatórios. O texto permite ao governo postergar dívidas, muda o teto de gastos e abre caminho para o pagamento do Auxílio Brasil, reformulação do Bolsa Família. A proposta foi aprovada em primeiro turno na semana passada com uma margem apertada, com quatro votos além do mínimo necessário. Na véspera da votação, como revelou o Estadãoo governo liberou R$ 1,2 bilhão do orçamento secreto para deputados.

O Supremo ainda não tem uma maioria definida para barrar ou manter a decisão da ministra. Se as emendas de relator forem permanentemente suspensas, Lira perde boa parte do poder de influência na Câmara e a votação da PEC dos precatórios poderia ficar ameaçada. O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), minimizou a situação e disse que o segundo turno da PEC dos precatórios vai ocorrer amanhã independentemente se o Supremo já tiver decidido ou não sobre a liminar de Rosa Weber. "Vamos votar", disse.

sábado, 6 de novembro de 2021

Lideranças esperam que chapa com Lula e Alckmin tenha reflexo também na eleição em SP

 

Folhapress, MÔNICA BERGAMO

sáb., 6 de novembro de 2021

 

***ARQUIVO***RECIFE, PE, 17.11.2019 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). (Foto: Leo Caldas/Folhapess)

A expectativa de lideranças do PT e do PSB que tentam costurar uma chapa de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente com Geraldo Alckmin de vice é a de que ela tenha reflexo também na eleição em São Paulo. 

Com o tucano, favorito hoje na disputa paulista, fora dela, as chances de vitória seriam maiores para os outros candidatos — justamente Márcio França, do PSB, e Fernando Haddad, do PT. Os dois têm bom diálogo e uma união também das legendas no plano estadual não estaria descartada. Resta saber quem abriria mão de concorrer ao governo. E quem poderia, por exemplo, disputar a vice ou o Senado. 

Negociações

A costura delicada entre lideranças do PT e do PSB envolvem nomes de primeiro escalão das duas legendas e já ocorrem há um certo tempo, mas se intensificaram nas últimas semanas. Além dos obstáculos naturais para a junção de dois tradicionais adversários políticos, o tempo corre contra ela — daí a pressa. 

Para viabilizar a ideia, algumas dificuldades precisam ser contornadas. Em primeiro lugar, tanto Lula quanto Alckmin ainda precisam ser convencidos plenamente de ​que a chapa pode funcionar —não apenas para ganhar as eleições, mas especialmente para governar. Depois disso, ambos os partidos teriam que chegar a um acordo para que o PT formalizasse uma aliança com o PSB e guardasse a vaga de vice-presidente para a agremiação. 

Alckmin então assinaria a ficha de filiação à legenda socialista e seria lançado candidato. 

Os petistas que defendem a possibilidade afirmam que, apesar das diferenças históricas com os tucanos na área econômica, Alckmin é o último remanescente do PSDB histórico, de Mário Covas e de Franco Montoro: apegado a valores democráticos e com olhar generoso em relação aos problemas sociais do Brasil. 

O tempo joga contra já que o PT e o PSB ainda não se acertaram sobre a vaga de vice. 

Além disso, Alckmin já está em conversas avançadas com outras legendas, como o PSD de Gilberto Kassab, que o convidou para entrar no partido e ser candidato a governador de São Paulo.

EM TEMPO: Concordando ou não, a realidade é que acordos dessa natureza não são impossíveis, especialmente quando se elege um inimigo comum, no nosso caso o Bozo. Exemplos existem: o mais recente é na Turquia para derrotar o Erdogan. 

Camarada Carlos Marighella, presente!

 

Marighella foi morto pelos agentes da repressão em 04.11.1969

Coordenação Nacional da UJC – União da Juventude Comunista

Sem qualquer pretensão de querer se apropriar da imagem do camarada Carlos Marighella (que pertence à todos os brasileiros que lutam contra a opressão), a UJC marca seu orgulho por ele ter iniciado sua militância política na nossa organização (à época com o nome de Juventude Comunista) e permanecido por décadas no Partido Comunista Brasileiro (PCB), tendo sido Deputado Constituinte em 1946 e, principalmente, um dirigente partidário combativo, organizador e agitador, este adjetivo que soa como acusação para a direita e como elogio para os comunistas.


Marighella não é reivindicado apenas pelos comunistas, mas por todos aqueles que lutam por liberdade e justiça social. É impossível falar de Marighella sem falar da UJC e do PCB – as grandes escolas onde se formou e militou a maior parte de sua vida como revolucionário. É impossível também falar de Marighella, fundador da Ação Libertadora Nacional (ALN), sem lembrar de outros revolucionários que também tiveram divergências com a linha política do PCB no momento posterior ao golpe de 1964, adotando formas de luta diferenciadas, como Luiz Carlos Prestes, Apolônio de Carvalho, Joaquim Câmara Ferreira, Mário Alves e tantos outros.

O PCB, em sua reconstrução revolucionária, olha com respeito para todos os que saíram do Partido àquela época e se mantiveram na esquerda. Os que tentaram liquidar o PCB e o abandonaram, pela direita, merecem o nosso desprezo. Este respeito vem da compreensão de que as divergências com a linha política do Partido têm sua origem nos equívocos que contribuíram para derrotas em 1964. Suas raízes estão na chamada Declaração de Março de 1958, que privilegiava alianças com setores da burguesia e a via institucional de transição ao socialismo. Com esta linha, o PCB se desarmou para resistir ao golpe.

No entanto, respeitar e compreender o surgimento dessas dissidências do PCB após 1964 não significa concordar com a forma de luta adotada por algumas delas. Apesar de legítima e historicamente presente na luta pelo socialismo, a luta armada não era adequada àquela correlação de forças e ao nível de organização e mobilização da resistência popular à ditadura.

Diante do erro cometido antes de 1964, consideramos correta, até 1979, a linha política adotada pelo VI Congresso Nacional do PCB, em 1967, de enfrentamento à ditadura pela via do movimento de massas e da frente democrática, até porque não restavam outras alternativas. Novos erros vieram depois, nos anos 80, com a manutenção da política de frente democrática que já havia perdido a atualidade. Foi a década perdida do PCB, do ponto de vista revolucionário, marcada pela conciliação de classes.

No entanto, não estamos entre aqueles que negam ou subestimam o papel da insurgência armada adotada por algumas organizações no período que, ao preço de muitas vidas que nos fazem falta, também contribuíram para a derrubada da ditadura. Também é preciso ficar claro que a ditadura não escolhia suas vítimas apenas em função dos meios com que lutavam. Entre 1973 e 1975, foram assassinados dezenas de camaradas do PCB, cujos corpos jamais apareceram, dentre eles quase todos os membros do Comitê Central (CC) que aqui atuavam na clandestinidade.

Ao homenagearmos Marighella não queremos transformá-lo apenas em um personagem da história, mas principalmente fazer dele um exemplo de luta para as novas gerações.

CAMARADA CARLOS MARIGHELLA, PRESENTE! ONTEM, HOJE E SEMPRE!
PELO PODER POPULAR, NO RUMO DO SOCIALISMO!

EM TEMPO: Assistam o filme do cineasta Wagner Moura sobre o Camarada Marighella.

"Único tucano que gosta de pobre", diz Lula sobre Alckmin

 

Yahoo, Redação Notícias

sex., 5 de novembro de 2021 3:44 PM

O ex-presidente Lula (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)





·         Lula teria dito a amigos próximos que Alckmin "é o único tucano que gosta de pobre"

·         A relação entre os dois tem repercutido desde a revelação de uma possível chapa para 2022

·         Lideranças do PT e do PSB estariam se movimentando para isso

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria dito a amigos próximos que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin "é o único tucano que gosta de pobre". A revelação foi feita pela coluna da jornalista Thaís Oyama, do UOL. relação entre Lula e Alckmin tem repercutido desde ontem, quando Mônica Bergamo revelou que lideranças do PT e do PSB apostam em uma chapa entre os dois para disputar as eleições presidenciais de 2022.

A articulação, porém, passa por diversas negociações que vão desde o convencimento de ambos de que a chapa poderia funcionar, já que são adversários políticos históricos, até a desfiliação de Alckmin do PSDB e sua filiação ao PSB. Para isso, o PT teria que assegurar a parceria com o PSB e garantir que a vaga de vice seria do partido. Assim que estivesse formalizada, o ex-governador de SP deixaria seu partido atual e confirmaria a integração à nova legenda.

Em entrevista ao Yahoo! Notícias, a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann afirmou que as conversas sobre composição de chapas ainda serão feitas e oficializadas. Ela, no entanto, foi enfática em dizer que, apesar de Lula afirmar que só irá decidir sobre sua candidatura no ano que vem, para o partido, ele é o candidato.

"Lula falou que só vai definir mesmo se é candidato no início do ano que vem, não agora. Obviamente que para nós do PT ele é o nosso candidato e eu diria que para uma parcela expressiva do povo brasileiro porque ele traz a esperança de recuperar o país", afirmou.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

PCB realiza com êxito o seu XVI Congresso!

3 de novembro de 2021

Sob o lema “Pelo Poder Popular, rumo ao socialismo!” realizou-se com grande êxito, entre 29 de outubro e 02 de novembro, o XVI Congresso Nacional do Partido Comunista Brasileiro (PCB), em São Paulo. Organizado sob as difíceis condições da pandemia da COVID-19, com o cumprimento de todas as medidas sanitárias pertinentes, o Congresso Nacional foi o desfecho de um longo acúmulo coletivo interno, contando com a presença de centenas de delegados e delegadas de todas as regiões do país, do Acre ao Rio Grande do Sul, eleitos pelos Congressos Estaduais, após as discussões em todas as células do Partido país afora. O Congresso elegeu um novo Comitê Central, com mais de 50% de renovação, e reconduziu o camarada Edmilson Costa à Secretaria Geral.

O Congresso debateu e aprofundou as Teses produzidas pelo Comitê Central cessante (eleito no XV Congresso, em 2014), que encerrou seus trabalhos de direção na instalação do XVI Congresso, logo após a eleição da Mesa Diretora dos trabalhos. Estas teses, que tratam dos posicionamentos políticos e teóricos do PCB, da sua organização e das formas de atuação no movimento operário e popular, já haviam sido objeto de ricos debates nas etapas estaduais e de célula do Congresso. Na etapa nacional, as teses foram ainda mais amplamente debatidas, em reuniões nos dez Grupos de Discussão de todo o temário em que foram divididos os delegados e delegadas, bem como nas plenárias que reuniram todos os participantes do encontro nos dois últimos dias. Esses debates ricos e fraternos enriqueceram e refinaram as Resoluções do XVI Congresso, que serão divulgadas assim que o novo Comitê Central concluir a sistematização final dos textos aprovados no encontro.

Saímos do nosso Congresso armados com uma análise panorâmica do perfil do proletariado brasileiro, que aponta seus setores estratégicos e contradições com a ordem vigente; com um Programa de Lutas voltado à efetivação da estratégia socialista da revolução brasileira e com resoluções sobre nossas concepções e práticas organizativas, que nos preparam para seguir enraizando o Partido Comunista cada vez mais profundamente em meio à classe trabalhadora brasileira, com qualidade, consistência e firmeza ideológica.

O novo Comitê Central, eleito ao final do Congresso, tem a partir de agora a responsabilidade de pôr em prática as resoluções e orientações resultantes deste grande processo de discussão, que só fez reforçar o princípio comunista do centralismo democrático, dando oportunidade a toda a militância partidária de decidir diretamente sobre a linha política, a organização e a forma de atuação dos comunistas revolucionários no Brasil.

Os comunistas do PCB reafirmam a estratégia socialista da Revolução Brasileira, aprofundando sua leitura crítica acerca da realidade contemporânea do Brasil e do mundo e apontando para a necessidade de constituir, em meio à luta unificada de todo o proletariado contra os ataques da burguesia, uma poderosa frente anticapitalista e anti-imperialista, que assegure a independência política, orgânica e de classe do proletariado frente às vacilações da pequena burguesia e permita a luta das forças revolucionárias tanto contra a ofensiva reacionária e o neofascismo, quanto contra o reformismo e as ilusões de classe na democracia burguesa. Reafirmamos a via revolucionária da construção do Poder Popular, a partir das lutas da classe trabalhadora e das camadas populares oprimidas, na construção do Bloco Revolucionário do Proletariado, bloco de forças políticas e sociais necessário para levar a cabo a ruptura com o capitalismo e a construção da sociedade socialista, no rumo do comunismo.

O XVI Congresso Nacional do PCB representou o coroamento da política revolucionária dos comunistas brasileiros e demonstrou o crescimento do nosso partido entre trabalhadores e trabalhadoras urbanos(as) e rurais, jovens, mulheres, negros, indígenas, movimento LGBT, lutadores e lutadoras que atuam nos mais diversificados movimentos de contestação à ordem burguesa no Brasil, na solidariedade internacionalista e nas lutas anticapitalistas e anti-imperialistas. Mais um importante passo foi dado para a contribuição do PCB no caminho da construção do Poder Popular, rumo à Revolução Socialista! Nosso trabalho continua, na linha de frente das lutas que o futuro impõe à classe trabalhadora, rumo ao centenário de nossa fundação e o aniversário de trinta anos do início de nossa reconstrução revolucionária.

O XVI Congresso Nacional do PCB foi saudado, em apresentação audiovisual, por várias organizações políticas e populares nacionais, além de dezenas de Partidos Comunistas e Operários e outras organizações revolucionárias do mundo, comprovando a acertada política do PCB de estreitamento das relações com as organizações revolucionárias do movimento comunista internacional e de reforço da cultura e do exercício do internacionalismo proletário.

Viva a revolução brasileira e o socialismo!
Viva o internacionalismo proletário!
Viva o Partido Comunista Brasileiro!

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Lula receberá o prêmio de prestigiosa revista francesa

O ex-presidente Lula em coletiva de imprensa em Brasília (AFP/EVARISTO SA)

AFP

ter., 2 de novembro de 2021

O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva será premiado em novembro na França pela revista especializada 'Politique Internationale' por "encarnar" a "esperança" de seus compatriotas "decepcionados" com Jair Bolsonaro, disse seu diretor à AFP.

"A revista 'Politique internationale' optou por conceder o Prêmio Coragem Política 2021 ao brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva", declarou o diretor da publicação Patrick Wajsman. A entrega ocorrerá no dia 17 de novembro, em Paris. Esta revista trimestral especializada em diplomacia justificou sua decisão pela "esperança que [Lula] encarna aos olhos da grande maioria de seus compatriotas, decepcionados com a presidência [do atual presidente Jair] Bolsonaro".

A publicação destaca ainda "a tenacidade exemplar" do ex-presidente de esquerda "diante das perseguições políticas e judiciais", que foi "recompensada com a decisão do Supremo Tribunal Federal de anular suas condenações". Sua presidência entre 2003 e 2010 também foi "marcada pela vontade de promover a igualdade racial e social em seu país", permitindo que "30 milhões de brasileiros saíssem da pobreza", acrescentou.

O líder do Partido dos Trabalhadores (PT) disse no mês passado que definirá no início do ano que vem se lançará sua candidatura às eleições presidenciais de outubro de 2022 contra o Bolsonaro. Lula, favorito segundo as pesquisas, pode ser candidato, pois recuperou os direitos políticos em março, após a anulação das condenações por corrupção proferidas contra ele. Uma delas o levou à prisão por quase 18 meses, entre 2018 e 2019.

"A vitória de Joe Biden [nos Estados Unidos] mostra que as pessoas estão fartas de loucura, xenofobia e fascismo", garantiu Lula a Gaspard Estrada, especialista em América Latina da Sciences Po, em entrevista à 'Politique Internationale'. Esta revista, fundada em 1978, já concedeu o Prêmio de Coragem Política ao papa João Paulo II, ao ex-presidente egípcio Anwar al-Sadat e ao ex-chefe de Estado sul-africano Frederik De Klerk. Lula, por sua vez, dedica esse prêmio "ao povo brasileiro". "Em particular aos companheiros que permaneceram ao meu lado quando estive preso em Curitiba", frisou na entrevista.

tjc/fz/pc/mr

EM TEMPO: Chora Bozo. 

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Saúde pública é direito do povo trabalhador!

OUTUBRO ROSA – Saúde é um direito da população e dever do Estado

Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro de Nova Friburgo/RJ

Outubro, tradicionalmente, é o mês pautado pela campanha de conscientização e prevenção ao câncer de mama que, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer), é o tipo de câncer com maior ocorrência e com maior índice de mortalidade entre as mulheres.

O Outubro Rosa é celebrado mundialmente com o objetivo promover a conscientização e contribuir para a redução da incidência e mortalidade pela doença, que também acomete homens, embora eles representem 1% dos casos registrados no país. Ainda que a campanha se volte para a conscientização, vemos que, no caso de homens e mulheres trans, os alertas necessitam ainda de reforço na visibilidade frente à campanha para publicizar tal risco, tendo em vista que a gravidade da doença pode ser acentuada pela invisibilidade desses grupos, quando recebem o diagnóstico tardiamente.

Nesse sentido, o CFCAM NOVA FRIBURGO chama a atenção das mulheres para esta campanha na intenção de dar visibilidade a este risco e aos devidos cuidados para que possamos, ainda que diante das muitas dificuldades que encontramos frente à ausência do poder público, nos manter da forma mais saudável possível e tomarmos ciência dos nossos corpos.

O ridículo Bolsonaro

 

ISTO É - Germano Oliveira

© Fornecido por IstoÉ

  

Toda vez que Bolsonaro viaja ao exterior, como agora, concluímos que não temos um presidente à altura do cargo. Ele nos envergonha profundamente. É a tal vergonha alheia. Chegamos à conclusão de que ele é inútil como presidente, detestável como ser humano, ridículo como líder de uma nação que, apesar dele, ainda está entre as vinte maiores do mundo. Se dependesse dele, obviamente, nem isso. Já fomos a oitava economia e hoje somos a 12ª, mas com viés de baixa. Logo, nem convidados para a reunião do G20 seremos. Bolsonaro enxovalha a imagem do Brasil lá fora.

Comecemos pela reunião do G20 em Roma. Logo no primeiro dia em que se hospedou na embaixada brasileira na magistral Praça Navona, preferiu sair escondido pela porta dos fundos para fugir da imprensa, tendo como companheiro o filho Carluxo. Saiu a passear pelo centro da capital italiana como um deslumbrado turista. Foi comer presunto e queijos finos, com dinheiro, claro, do erário brasileiro.

Afinal, o que faz o 02 nessa viagem oficial, a não ser propagar fake News, sua especialidade? Bem, o fato é que pai e filho rodaram os pontos turísticos de Roma, a Fontana de Trevi, entre outros, quando deveria estar se encontrando com as autoridades relevantes do G-20. Biden, dos EUA, por exemplo, foi recebido pelo papa Francisco. O americano ainda se encontrou com outros presidentes importantes. De Bolsonaro, preferiu distância. O capitão é inócuo.