Atacante marca na prorrogação, seleção espanhola vence a Argentina por 1 a 0 e conquista o segundo título da Copa do Mundo
Conteúdo postado por: Redação Brasil 247
Publicado em 19 de julho de 2026
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| Crédito: Reuters |
247 – A Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 na prorrogação e conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo neste domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Ferran Torres marcou o gol da final de 2026 após uma partida dominada pelos espanhóis e levou a seleção europeia ao segundo título de sua história.
O gol saiu no
começo do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro levantou a bola na área,
Nico Williams escorou de cabeça e Ferran Torres finalizou de canhota para
superar Emiliano Martínez. A jogada encerrou a resistência argentina depois de
mais de 100 minutos de pressão espanhola.
Com o resultado, a
Espanha voltou a levantar a taça mundial após 16 anos. O primeiro título havia
sido conquistado em 2010, na África do Sul, com vitória sobre a Holanda. A
Argentina, campeã em 1978, 1986 e 2022, perdeu a oportunidade de alcançar o
tetracampeonato.
Espanha controla a decisão
A equipe espanhola
teve maior posse de bola, ocupou o campo ofensivo durante a maior parte da
final e criou as oportunidades mais perigosas. A Argentina adotou uma postura
defensiva, encontrou dificuldades para manter a bola e praticamente não ameaçou
Unai Simón.
A primeira grande
chance ocorreu em uma combinação entre Lamine Yamal e Dani Olmo. O jovem
atacante recebeu na área e finalizou de canhota, mas Emiliano Martínez fez a
defesa com a perna.
A Espanha continuou
circulando a bola e explorando os lados do campo. Mikel Oyarzabal, Marc
Cucurella e Dani Olmo também finalizaram, enquanto a equipe argentina tentou
reduzir os espaços diante da área. O primeiro tempo terminou sem gols, com três
chutes espanhóis e nenhuma finalização da Argentina.
Dibu Martínez mantém a Argentina no
jogo
O cenário
permaneceu semelhante depois do intervalo. A Espanha aumentou o ritmo,
pressionou a saída adversária e obrigou Emiliano Martínez a trabalhar
repetidamente. O goleiro defendeu finalizações de Dani Olmo, Ferran Torres,
Pedri, Pau Cubarsí, Nico Williams e Aymeric Laporte.
A Argentina
respondeu com marcação intensa e poucas transições ofensivas. Lionel Messi tentou
organizar os ataques, mas recebeu a bola distante do gol e encontrou
dificuldades para superar o sistema defensivo espanhol.
Em uma das
principais oportunidades da etapa final, Lamine Yamal avançou pela direita,
passou por dois marcadores e cruzou para Ferran Torres. O atacante cabeceou,
mas Dibu Martínez segurou a bola.
A pressão espanhola
aumentou nos minutos finais. Cubarsí arriscou de fora da área e obrigou o
goleiro argentino a espalmar. Pedri também encontrou espaço na entrada da área,
mas finalizou nas mãos de Martínez.
Enzo Fernández é expulso
A situação
argentina ficou ainda mais complicada perto do encerramento do tempo
regulamentar. Enzo Fernández, que já havia recebido cartão amarelo, voltou a
ser advertido e acabou expulso. A seleção sul-americana passou a jogar com dez
atletas justamente no período de maior pressão da Espanha.
Nos acréscimos,
Lamine Yamal cobrou uma falta perigosa e Dibu Martínez espalmou para escanteio.
A defesa argentina resistiu, manteve o empate por 0 a 0 e levou a decisão para
a prorrogação.
Gol espanhol é anulado na prorrogação
A Espanha manteve o
controle da partida no tempo extra. Pedri encontrou Nico Williams com um passe
por cobertura, e o atacante desviou para uma defesa de reflexo de Emiliano
Martínez.
Na sequência, Mikel
Merino disputou a bola com o goleiro dentro da área. Nico Williams aproveitou a
sobra e completou para o gol vazio, mas o árbitro anulou o lance ao marcar
falta do meio-campista espanhol sobre Martínez.
Merino ainda ficou
perto de abrir o placar ao cabecear um cruzamento de Nico Williams rente à
trave. Lamine Yamal também tentou uma finalização de canhota, mas mandou para
fora.
Ferran Torres marca o gol do título
A superioridade
espanhola finalmente se transformou em gol na etapa derradeira da prorrogação.
Pedro Porro cruzou para a segunda trave, Nico Williams devolveu a bola para o
centro da área e Ferran Torres bateu de primeira, com a perna esquerda, para
fazer 1 a 0.
Em desvantagem, a
Argentina avançou suas linhas e buscou o empate. Messi participou das últimas
investidas, cobrou escanteios e colocou bolas na área. Em uma delas, Giuliano
Simeone recebeu pelo lado direito e cruzou rasteiro, mas Merino afastou.
O próprio Simeone
teve uma das derradeiras oportunidades argentinas. Após cobrança de escanteio
de Messi e desvio de Nicolás Tagliafico, o atacante finalizou por cima do
travessão.
Nos instantes
finais, Messi cobrou uma falta em direção à área, mas Unai Simón saiu do gol e
segurou a bola. Pouco depois, o árbitro encerrou a partida e confirmou a
Espanha como campeã mundial de 2026.
O triunfo também desempatou o histórico do
confronto. Antes da decisão, Espanha e Argentina haviam disputado 14 partidas,
com seis vitórias para cada seleção e dois empates. No 15º encontro, a equipe
europeia obteve a vantagem e transformou o equilíbrio histórico em seu segundo
título da Copa do Mundo.
EM TEMPO: Em termos estritamente esportivo a Seleção da Espanha é a melhor da atualidade. Ao passo que a da Argentina é altamente indisciplinada, não é a melhor em termos de futebol, violenta em campo e foi beneficiada pela FIFA e as arbitragens. Politicamente, a Espanha não é aliada de Israel e nem permitiu que os EUA utilizasse seu território para bombardear o Irã. Além do mais o governo espanhol, presidente Pedro Sánchez, é aliado do governo Lula. Já o governo da Argentina, do maluco presidente Milei, é a favor de Israel e dos EUA e contrário ao governo Lula. Além de ser de Extrema Direita. Ok, Moçada!






