segunda-feira, 13 de maio de 2024

"Se o sistema de proteção de enchentes tivesse funcionado, Porto Alegre não seria inundada", afirma especialista

Sebastião Melo (Foto: Giulian Serafim/PMPA)

Estragos em Porto Alegre "foram exponenciados pela incompetência, negligência, omissão e equívocos do prefeito Sebastião Melo", diz Jeferson Miola



 

“Se tivesse funcionando, nada seria inundado em Porto Alegre. Exceto no Sarandi, que verteu [água] por cima [do dique]”, disse Iporã Possantti, Engenheiro Ambiental e Mestre em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela UFRGS.

O especialista salienta que o sistema de proteção de enchentes implantado na capital gaúcha desde o final dos anos 1960 é eficiente e confiável, mas nos últimos anos ficou comprometido devido a falhas relevantes de manutenção.

Iporã diz que as falhas e negligências ficaram bem evidenciadas nestes dias, e relatou situações ocorridas que contribuíram para a inundação da cidade, como tubulações revertendo água que sai pelas tampas, comportas sem vedação e estações de bombeamentos sem plano de contingência quando da falta de energia elétrica.

Na visão dele, o colapso só não é pior porque os trabalhadores do DMAE, o Departamento Municipal de Águas e Esgotos, se dedicam incansavelmente para garantir o abastecimento de água para a população, mesmo enfrentando condições adversas e o sucateamento do órgão pelo governo municipal, que planeja privatizá-lo. “São verdadeiros heróis”, afirma.

O diagnóstico de Iporã é corroborado por outros especialistas. O professor Jaime Federici Gomes, da PUC/RS, entende que “o sistema falhou, e as comportas não deram a resposta adequada”.

Federici entende que, mesmo com alguma falha, o centro da cidade não seria afetado, e o aeroporto estaria funcionando normalmente, assim como a Estação Rodoviária.

Mas, com a inundação, a região central ficou colapsada, obrigando milhares de pessoas a se deslocar para outros locais. O aeroporto e a rodoviária estão totalmente interditados, e por tempo indeterminado. As águas barrentas danificaram os centros de comando operacional.

Por mais devastador que possa estar sendo este evento climático ainda em desenvolvimento, está claro que os terríveis efeitos que ele causou foram exponenciados pela incompetência, negligência, omissão e equívocos do governo comandado pelo prefeito Sebastião Melo.

Para Iporã, a força e violência deste evento climático severo não surpreende. Ele destaca que sua ocorrência estava prevista em setembro de 2023, e as autoridades municipais e estaduais foram alertadas a esse respeito, mas nada fizeram para prevenir seus efeitos e preparar com antecedência um plano de contingência para enfrentar a situação prevista com 100% de certeza que aconteceria.

Para o engenheiro ambiental e especialista em recursos hídricos e saneamento ambiental, a inundação de Porto Alegre não decorreu de uma falha de operação do sistema, que pode ocorrer em situações de grande estresse; mas, sim, de falhas de manutenção do sistema; ou seja, devido ao sucateamento e negligência humana.

Importante lembrar que foram identificadas falhas absurdas, que poderiam ter sido evitadas com providências administrativas comezinhas, como a falta de parafusos de pressão e de borrachas de vedação, fatores que comprometeram o fechamento eficiente das comportas. Com isso, as águas tiveram passagem livre para inundar extensa área da cidade.

Apesar do empenho da mídia hegemônica em blindar o prefeito de Porto Alegre e ocultar as graves falhas cometidas, é comprovável a responsabilidade da Prefeitura de Porto Alegre pela magnitude dos efeitos catastróficos causados à população e à cidade.

EM TEMPO: O Sistema de Proteção através de "Diques" funciona bem considerando a inexistência de agressão ambiental de grande porte. Evidentemente, que se o Sistema de Proteção estivesse em pleno estado de conservação diminuiria bastante  os efeitos da catástrofe. Porém, fica difícil prevê que não haveria alagamento na capital Porto Alegre.  Além das soluções técnicas que se avizinha, é imperioso que seja restaurado áreas devastadas pela ganância capitalista. Novo modelo de ocupação e uso do solo deve ser discutido no Congresso Nacional  para que se tenha uma política de preservação da natureza. Mas, o que existe no Congresso, ora dominado pelos capitalistas, são projetos de ataques a natureza. Consequentemente, a população gaúcha  deve "acordar pra Jesus" e cobrar dos seus parlamentares e governantes ações eficazes de preservação da natureza. Ok, Moçada!

domingo, 12 de maio de 2024

“Sem um plano de defesa civil chegaremos ao caos”, diz Rualdo Menegat

 

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini | UFRGS)

Geólogo gaúcho, Rualdo Menegat explica com clareza as causas e efeitos das inundações no Sul do país




247- O geólogo e pesquisador da UFRGS, coordenador do Atlas Ambiental de Porto Alegre, Rualdo Menegat, esclareceu, em conversa no programa Mario Vitor e Regina Zappa, na TV 247, todos os fatos em torno das inundações no Rio Grande do Sul para se entender como se produz uma catástrofe.

 “Não tivemos plano de evacuação, nem um sistema de alerta, nem um desenrolar competente que mostrasse à população confiança. O que vimos foi a reação heroica do socorrismo, mas não podemos contar apenas com a ação do socorro. O plano de defesa civil não deixa chegar a esse ponto. Sem um plano de defesa civil chegaremos ao caos”, disse o geólogo.

Menegat discutiu elementos-chave que, segundo ele, são fundamentais para compreender as causas e as deficiências que contribuíram para a situação: a emergência climática global devido ao aquecimento do planeta, as características geográficas da região, incluindo a localização de Porto Alegre e outras cidades afetadas pelas mudanças nos ciclos hídricos, o desmatamento e a má gestão do território, que resultam na degradação do solo e na perda da funcionalidade dos ecossistemas, o sucateamento e a privatização dos equipamentos de infraestrutura do Estado para proteção e defesa, juntamente com a demissão em massa de funcionários preparados, e a falta de uma educação abrangente e cidadã para ajudar as pessoas a entenderem os desafios iminentes.

Assista:

https://www.brasil247.com/entrevistas/sem-um-plano-de-defesa-civil-chegaremos-ao-caos-diz-rualdo-menegat  TV 247 em 09.05.24. Regina Zappa e Mário Vitor entrevistam o geólogo Rualdo Menegat

Petroleiros vão à Justiça contra refinaria privatizada no Amazonas

Refinaria da Amazônia (Ream), antiga Isaac Sabbá (Reman) (Foto: Divulgação)








De acordo com a categoria, faltam informações obrigatórias sobre a produção de derivados da refinaria amazonense

12 de maio de 2024

Rede Brasil Atual - O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Petróleo e Derivados do Estado do Amazonas (Sindipetro-AM), filiado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), entrou com ação civil pública contra a refinaria do Amazonas (Ream) – antiga Refinaria Isaac Sabbá (Reman) – e contra a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os petroleiros reclamam da ausência de informações obrigatórias sobre a produção de derivados da refinaria amazonense nos meses de janeiro a março de 2024. E também do atraso no envio de informações referente aos meses de junho a dezembro de 2023.

Em 1º de abril de 2024, a ANP respondeu aos questionamentos do Sindipetro-AM, confirmando o inadimplemento da Ream e o atraso no envio de informações sobre a produção de derivados. A agência também confirmou que não realizou fiscalizações presenciais durante o período de setembro a dezembro de 2023.

De acordo com o advogado Angelo Remédio, que representa o Sindipetro-AM na ação, a omissão de informações obrigatórias sobre a produção de derivados de petróleo pela Ream causa dúvidas e insegurança quanto à realização adequada das atividades da refinaria relativas ao fornecimento dos produtos e aos riscos de desabastecimento local. “Nossa ação visa garantir a transparência e a conformidade das operações da REAM com as normas regulatórias”, diz ele.

A ação desta que a falta de informações obrigatórias pode causar penas de multa, suspensão temporária, total ou parcial, de funcionamento. E até o cancelamento de registro e revogação de autorização. “Dessa forma, pedimos que sejam apresentados os dados de produção pela refinaria, bem como os procedimentos adotados pela ANP ante essa infração”.

Desmonte

A Petrobras privatizou a Reman em 2022, durante o governo Bolsonaro, vendendo a refinaria ao Grupo Atem, por apenas US$ 189 milhões. A refinaria tem historicamente participação relevante no fornecimento de derivados de petróleo da região Norte do país. No entanto, a falta de transparência nas informações vem gerando preocupações e conflitos de dados sobre refino entre a ANP e a REAM.

sábado, 11 de maio de 2024

"As tragédias ambientais são produto do modelo de desenvolvimento do capitalismo", diz José Genoíno

(Foto: ABR)








Ex-presidente nacional do PT analisa as causas estruturais das tragédias ambientais e destaca rápida ação de ajuda do governo federal no Rio Grande do Sul

247 - Em entrevista ao programa Conversa de Política, da TV 247, o ex-presidente nacional do PT, José Genoíno, comentou sobre a recente tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul e destacou a rápida ação de ajuda do governo federal. Genoíno enfatizou que "Lula agiu como chefe de estado, e como chefe de governo", liderando uma série de medidas organizadas em resposta ao desastre.

O ex-presidente do PT ressaltou a importância da presença e das ações anunciadas pelo presidente Lula, descrevendo-as como um "grande movimento de solidariedade" para amenizar os impactos da tragédia. Além disso, Genoíno apontou para as causas estruturais das tragédias ambientais, afirmando que são "produto do modelo de desenvolvimento do capitalismo, da falta de precaução, da falta de prevenção".

Segundo suas declarações, a falta de investimento em políticas públicas, a privatização de setores-chave como energia, água e saneamento, e o sucateamento do corpo técnico do Estado contribuem para a falta de prevenção e agravam as consequências dos desastres naturais. Genoíno questionou como uma cidade como  Porto Alegre não se preveniu adequadamente, apontando para a negligência na manutenção de infraestruturas vitais.

Para Genoíno, a tragédia no Rio Grande do Sul é um "desastre anunciado" resultante de uma lógica que privilegia o lucro em detrimento da segurança e bem-estar da população. Ele destacou a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre as causas estruturais que levaram a essa situação e defendeu a adoção de medidas preventivas para evitar futuros desastres.

Diante desse cenário, o ex-presidente do PT considerou correta a atuação do presidente Lula em coordenar a resposta ao desastre junto às autoridades locais, mas ressaltou a importância de uma discussão mais ampla sobre as medidas necessárias para evitar crises humanitárias semelhantes no futuro.

Assista: 

‘Não há mais espaço para negacionismo climático’, alerta presidente da mais antiga associação ecológica do Brasil



É o que afirma Heverton Lacerda, hoje à frente da Agapan, fundada pelo ecólogo José Lutzemberger há mais de meio século

Ayrton Centeno

Brasil de Fato | Porto Alegre |

 11 de maio de 2024 às 11:25

Heverton Lacerda é o atual presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) - Foto: Graziela Lopes

Desde seu nascimento em 1971, a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural, conhecida nacionalmente pela sigla Agapan, vem esmurrando as paredes sólidas dos muitos negacionismos do clima. Comprou todas as brigas dignas e imprescindíveis: contra os agrotóxicos, a supressão de árvores nas cidades, o corte das matas ciliares, a contaminação dos rios, a destruição do Pampa em favor da agricultura predatória, as indústrias poluidoras, a derrubada da floresta para implantação de pastagens, a violência cega do agronegócio, a devastação da Amazônia.

Em abril, enviou uma carta ao governador Eduardo Leite (PSDB) expondo sua preocupação com o projeto de terra arrasada em curso e alertando sobre a ameaça das mudanças climáticas. É a mais antiga associação ecológica em atuação contínua no país e o Brasil de Fato RS foi conversar com seu presidente, Heverton Lacerda.

Jornalista, pesquisador do Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental da UFRGS e membro do Comitê de Combate à Megamineração do RS, ele falou sobre o quadro da dor vivido hoje pelo Rio Grande do Sul.

Confira a entrevista:

Brasil de Fato RS - No dia 26 de abril, pouco antes do mais recente período de chuvas, a Agapan encaminhou ao Palácio Piratini um ofício intitulado “Alerta ao Estado do Rio Grande do Sul e ao Governador do Estado”. Qual a advertência contida no documento?

Heverton Lacerda - O documento, protocolado sob o número 179/2024, tem o objetivo de oficializar ao governador e ao estado a informação, já de amplo conhecimento público, de que o mundo está enfrentando uma crise climática e que essa crise tem o fator antropogênico [ações humanas] como um de seus principais ingredientes de intensificação. Esperamos que eles se deem conta de que povo gaúcho reside nesse mundo em crise.

Agora, ou se mexem ou continuam nessa bolha opaca de onde só enxergam com as lentes da economia

A intenção também é garantir que o governador e o estado não usem o argumento de que ainda não sabiam da crise climática. Se não sabiam, como têm demonstrado pelo tipo de políticas que têm apoiado e encaminhado, agora sabem. Não podem mais, mesmo que quisessem, usar o argumento de que não sabiam da crise, sem serem desmentidos. Agora, ou se mexem ou se declaram de vez negacionistas climáticos e continuam nessa bolha opaca de onde só enxergam com as lentes da economia.

Acreditamos que isso, como ressaltamos no documento, ainda que não seja o objetivo maior, abre caminho para que a sociedade cobre nos âmbitos cabíveis. Estamos dispostos a puxar essa frente e conclamar a sociedade que se una a nós. Não se trata de um movimento partidário, mas de defender a vida como a Agapan vem fazendo desde 1971, sob o lema “A vida sempre em primeiro lugar”.

Não há mais espaço para negacionismo climático.

BdF RS - Qual a resposta que recebeu do governo Eduardo Leite?

Lacerda - A mesma que ele deu às comunidades atingidas nos eventos climáticos anteriores: nenhuma, até agora.

BdF RS - Na condição de mais antiga entidade ambiental em funcionamento no Brasil, quantas vezes a Agapan foi recebida pelo governador?

sexta-feira, 10 de maio de 2024

Entrevista do general Paiva ao 247 desmonta fake news da Folha



Jornal divulgou que o governo Lula teria supostamente "mentido" dizendo que não recusou oferta de ajuda do Uruguai. No entanto, como explicou o general, a fake news só atrapalhou

10 de maio de 2024

Tomás Paiva desmonta fake news da Folha de S. Paulo sobre suposta recusa de ajuda humanitária do Uruguai (Foto: Reprodução)

247 - A entrevista do comandante do Exército, general Tomás Paiva, ao jornalista Joaquim de Carvalho, do Brasil 247, desmontou a fake news divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo alegando que o governo do presidente Lula teria supostamente "mentido" ao afirmar que não dispensou a oferta de ajuda humanitária do Uruguai ao Rio Grande do Sul. 

O estado é afetado por enchentes que, além de um rastro de devastação nunca antes visto, deixaram até o momento 126 mortos. Nesse contexto, um helicóptero emprestado pelo país vizinho e amigo está em operação no estado, aparelho de grande valia para o auxílio dos socorristas.

"Toda ajuda de país amigo tem sido aceita. Havia 8 ou 9 militares argentinos aqui na base, que vieram oferecer ajuda. A mesma coisa vale para o Uruguai. Atrapalhou a notícia de que recusamos, porque cria uma expectativa de que estamos refugando algum tipo de ajuda, o que não é verdade", disse Paiva na entrevista. 

Juntamente com o helicóptero, o Uruguai também ofereceu um modelo específico de avião. Neste caso, a avaliação técnica foi a de que o aparelho, em razão de suas características, não seria adequado para o tipo de operação exigida e a infraestrutura aeroportuária disponível. Considerando ainda que já há no Rio Grande do Sul avião em operação da frota brasieira com a mesma funcionalidade do ofertado, a conclusão foi a de que não havia necessidade desse tipo de aeronave.

Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=0_vG6cddIl4&t=2s

EM TEMPO: Observem o que a extrema-direita não é capaz de fazer em cima de uma tragédia. 

quinta-feira, 9 de maio de 2024

Médicos listam recomendações para evitar doenças em meio a enchentes

Desinfecção da água para consumo humano é principal orientação

Pessoas são resgatadas de enchentes em Canoas, no Rio Grande do Sul 05/05/2024 (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)



Agência Brasil - A Associação Brasileira de Medicina de Emergência publicou uma série de recomendações para se evitar doenças e dar mais segurança às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A proposta é ajudar a prevenir o adoecimento da população em meio ao período de calamidade pública tendo como base a prática de especialistas que atendem em pronto-socorros e pronto-atendimentos.

A entidade alerta que tragédias de grandes proporções têm impactos significativos sobre a saúde da população e sobre a infraestrutura dos serviços de saúde. Após inundações, por exemplo, é possível que haja registro de casos de doenças como leptospirose, hepatite A e tétano acidental, além de problemas respiratórios e transtornos transmitidos por vetores.

Há ainda risco de acidentes provocados por animais, afogamentos, traumatismos e choques elétricos, comuns em cenários como o registrado ao longo dos últimos dias no Rio Grande do Sul.

Uma das principais orientações está relacionada a ações preventivas de desinfecção da água para consumo humano. De acordo com a associação, nos locais em que a rede de abastecimento estiver comprometida, é indispensável que a população consuma água de fontes seguras, como garrafas e galões lacrados.

 “Na impossibilidade de consumir água mineral, é necessário realizar o procedimento de desinfecção caseira da água. Para tanto, é possível aplicar a seguinte fórmula: a cada um litro de água, utilizar duas gotas de solução de hipoclorito de sódio a 2,5%, deixando a mistura repousar depois por 30 minutos.

Outras recomendações de especialistas em medicina de emergência são:

- Em caso de chuva forte, saia de locais de risco o mais rápido possível. Além do risco imediato nas inundações, há ainda riscos tardios, relacionados à leptospirose, ao tétano e a outras infecções.

- Pessoas atingidas por enchentes estão mais suscetíveis a adoecer. Fique atento a sintomas de doenças infecciosas, como diarréia, febre, fadiga e dores no corpo. Caso verifique alguma alteração, procure atendimento médico.

- Ao enfrentar uma inundação, se possível, proteja-se com botas plásticas, roupas resistentes e luvas. Se necessário, não hesite em pedir ajuda a órgãos públicos e não se coloque em situações de risco.

- Em caso de resgate por barco, sinalize o lugar no qual você se encontra pendurando um pano vermelho ou uma lanterna no local para auxiliar a identificação por parte da equipe de resgate.

- Atendimentos em emergência serão mais intensos nesta fase. Por isso, procure os serviços com consciência.

- Caso sua caderneta de vacinação esteja desatualizada, vacine-se o mais rápido possível. A orientação vale para crianças e adultos.

- Observe, a todo tempo, as recomendações das autoridades sanitárias e da defesa civil, evitando o pânico ou iniciativas individuais.