segunda-feira, 5 de julho de 2021

CNT: Lula lidera intenções de voto com 41% contra 27% de Bolsonaro

 

Yahho Notícias, Anita Efraim

seg., 5 de julho de 2021

Ex-presidente Lula tem vantagem na pesquisa espontânea, na estimulado e venceria Bolsonaro no segundo turno (Foto: Alexandre Schneider/Getty Images)




·         Presidente Lula está à frente na pesquisa de intenção de voto CNT com 41,3%

·        No segundo turno, Lula e Ciro Gomes venceriam o atual presidente Jair Bolsonaro

·         Bolsonaro venceria João Doria em um eventual segundo turno

O ex-presidente Lula (PT) lidera a pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022. É o que mostra a Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nestas segunda-feira (5)O petista mostra vantagem sob o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tanto no voto estimulado, em que são apresentados os candidatos, quanto no espontâneo. Os dois políticos são os únicos com mais de dois dígitos na intenção de votos, Ciro Gomes, com 5,9% aparece em terceiro, empatado com Sergio Moro. 

Voto estimulado: 

·         Lula (PT): 41,3%

·         Bolsonaro (sem partido): 26,6%

·         Ciro Gomes (PDT): 5,9%

·         Sergio Moro (sem partido): 5,9%

·         João Doria (PSDB): 2,1% 

·         Luiz Henrique Mandetta (DEM): 1,8% 

·         Branco/nulo: 8,6%

·         Indecisos: 7,8%

No voto espontâneo, Lula aparece com 27,8% contra 21,6% de Jair Bolsonaro. Ciro Gomes é o único além deles a pontuar acima de um dígito, com 1,7%, enquanto 38,9% se disseram indecisos. A pesquisa CNT de Opinião foi feita em parceria com o Instituto MDA entre os dias 1º e 3 de julho de 2021. Foram realizadas 2.002 entrevistas presenciais, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Segundo turno 

De acordo com o levantamento CNT, se a eleição fosse hoje, Bolsonaro perderia em um eventual segundo turno tanto para Lula quanto para Ciro Gomes, mas venceria se a disputa fosse contra João Doria. 

·         Lula 52,6% x 33,3% Bolsonaro; branco/nulo: 11,5%

·         Ciro Gomes 43,2% x 33,7% Bolsonaro; branco/nulo: 18,8% 

·         Bolsonaro 36,3% x 33,5% João Doria; branco/nulo: 25,7%

Lula ainda venceria João Doria por 51,9% contra 18,1% do tucano; 25,6% disseram que votaria branco ou nulo nesse cenário. Entre os entrevistados, 41,1% acham que o eleitor terá boas opções em 2022, mas apenas 7,3% consideram que as alternativas são ótimas. Outros 26,4% acham que o eleitor só terá opções ruins e 17,9% acreditam que as alternativas são péssimas.

Prioridade do eleitor 

Segundo a pesquisa, 40,3% preferem que Lula volte a ser presidente, enquanto 25,1% querem que Bolsonaro seja reeleito. A chamada "terceira vida" seria o ideal para 30,1%, com um candidato sem ligações com o petista ou com o atual presidente. O levantamento mostra que 45,1% consideram que o mais importante no pleito do próximo ano é que Bolsonaro não vença a eleição, enquanto 27,7% priorizam que Lula não vence; 21,2% não querem nenhuma das duas opções.

Limite de votos 

Caso Jair Bolsonaro seja candidato, 22,8% disseram que votariam nele com certeza, enquanto 11,6% entendem que o atual presidente é uma possibilidade. Ao mesmo tempo, 61,8% não votariam em Bolsonaro de nenhuma maneira. Apenas 0,4% não conhecem o presidente. No caso de Lula, 35,4% dos eleitores votariam nele com certeza, enquanto 17,1% pensam em escolher o petista na corrida eleitoral de 2022. Por outro lado, 44,5% não votariam Lula de jeito nenhum; 0,1% não conhecem o ex-presidente. 

Depois de Bolsonaro, a maior rejeição é de João Doria: 57,9% dizem que não votariam no tucano de jeito nenhum, enquanto 1,5% votariam com certeza e 16,5% poderiam elege-lo como presidente. Em relação à Ciro Gomes, 52,4% não o elegeriam de nenhuma maneira; 4,3% com certeza votariam no pedetista e 24,7% poderiam votar ele; 10,9% não conhecem o pré-candidato. 

Áudios, protestos e investigações: a tempestade de Bolsonaro

 

Yahoo, Redação Notícias - Matheus Pichonelli

seg., 5 de julho de 2021

Foto: Cristina Szucinski/Anadolu Agency (via Getty Images)

Não é só um detalhe no ordenamento numérico.

Chamado de 01 pela filha e a mulher de Fabrício Queiroz, em um áudio de WhatsApp obtido pelo UOL, Jair Bolsonaro foi lançado ao topo da hierarquia de um suposto esquema de desvio de recursos públicos eufemisticamente chamado de “rachadinha”. O diminutivo esconde a gravidade da acusação.

O que se investiga é se Bolsonaro e família retinham e colocavam no bolso o salário de seus funcionários no legislativo. A suspeita, reforçada pelo áudio de uma ex-cunhada do hoje presidente — que se queixa em um dos áudios da demissão do marido por devolver apenas parte do salário combinado com o ex-capitão— coloca Bolsonaro pai no centro das suspeitas. Não é exatamente uma surpresa, mas o conjunto dos áudios é a materialidade que faltava.

Até então, um dos mantras de seus apoiadores, alguns já envergonhados pela escolha de 2018, era que eles elegeram o pai, não os filhos —como se o deputado na época fosse um disciplinador disposto a puxar a orelha dos filhos quando se desviavam do bom caminho.

Os áudios sugerem que Bolsonaro era o mentor da malcriação. Uma malcriação bancada pelo eleitor ao longo dos anos. E que, de grão em grão, daria para comprar até mansão em área nobre da capital.

A revelação mina ainda mais a imagem, artificialmente construída, de vigilante da luta anticorrupção que serviu como aditivo da campanha de Bolsonaro a presidente.

Rachadinhas: Áudios indicam prática de corrupção de Bolsonaro quando deputado

Yahoo,  Redação Notícias.
 

seg., 5 de julho de 2021

Presidente Jair Bolsonaro também estaria envolvido em crime de corrupção pela prática de rachadinha; Flavio Bolsonaro é investigado pelo mesmo motivo (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)


·         Áudio indicam que Jair Bolsonaro mantinha a prática de rachadinha no gabinete quando era deputado federal

·         Ex-cunhado teria sido demitido por Bolsonaro por não devolver quantia combinada entre eles

·         Revelação foi descoberta em áudio da ex-cunhada de Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle

Desde 2019, o senador Flavio Bolsonaro (Patriotas-RJ) é investigado pela prática de rachadinha no período em que foi deputado estadual pelo Rio de Janeiro. Outros indícios já mostraram que o crime, uma espécie de corrupção, também envolvia Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Nesta segunda-feira (5), o UOL revelou áudios que indicam que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), também estava envolvido na prática de corrupção quando era parlamentar.

A prática de rachadinha consiste em recolher parte dos salários dos funcionários do gabinete para si. No caso da família Bolsonaro, os assessores empregados não trabalhavam de verdade e funcionavam apenas como laranjas.

Os áudios revelados pela colunista Juliana Dal Piva são da ex-cunhada de Bolsonaro, Andrea Siqueira Valle, irmã de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair e mãe de Jair Renan, o 04. Na gravação, Andrea revela que Bolsonaro demitiu o irmão dela, André Siqueira Valle, porque ele não queria devolver a quantia prometia ao então deputado. Esse seria o primeiro indício de que Bolsonaro estava pessoalmente envolvido.

Na mensagem de voz enviada por Andrea a um destinatário que não foi revelado, ela conta que Jair Bolsonaro demitiu André do gabinete porque ele não quis devolver ao então deputado o valor combinado, correspondente a quase 90% do salário.

domingo, 4 de julho de 2021

Kassab vê impeachment de Bolsonaro como "inevitável" e descarta apoiar Doria

Yahoo, Redação Notícias

dom., 4 de julho de 2021

Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD (Foto: Alan Santos/PR)


·         Para Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, o impeachment de Jair Bolsonaro é "inevitável"

·         A situação do presidente, na avaliação do ex-ministro, piorou após denúncias de irregularidades na compra da vacina Covaxin

·         As vacinas estavam "congeladas, abaixo da temperatura adequada

Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, afirmou que o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é "inevitável". A situação do chefe do Executivo piorou após as denúncias de irregularidades nos contratos da vacina Covaxin, na avaliação do ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro nos governos Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB).

"Surge mais munição a cada dia para que a pauta possa ganhar força na sociedade. E quando isto ocorre é muito difícil segurar. Principalmente em ano eleitoral, quando nenhum parlamentar quer o risco de dissociar seu nome das ruas", disse Kassab em entrevista ao jornal O Globo. "Chega uma hora que transborda o balde, fica inevitável. Entendo que as circunstâncias são cada dia mais favoráveis", complementou. Kassab antecipou que o PSD terá um candidato próprio para concorrer à Presidência em 2022, e observa o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), como potencial nome para a sigla.

"Entendo que precisa ser alguém da política, que tenha mostrado ser competente e vocacionado. [Rodrigo] Pacheco expressa um sentimento de renovação também. Vejo ele como o mais preparado para disputar e ganhar as eleições", disse. Questionado pelo jornal O Globo se o PSD apoiaria candidaturas de João Doria (PSDB) ou Ciro Gomes (PDT), Kassab argumentou que os presidenciáveis não têm "perfil pacificador".

"O Brasil precisa de pacificação, e eles não têm esse perfil. Vejo Ciro como uma pessoa preparada, mas sem perfil pacificador. Doria também tem uma conduta de enfrentamentos desde a prefeitura de São Paulo. Além disso, está com comunicação ruim e rejeição alta", afirmou.

EM TEMPO: Evidentemente que Kassab  conhece como ninguém o que se passa no poder central. Sabe muito bem o que está dizendo. Bozo está em queda livre e ninguém dar mais  valor as suas bravatas relativas ao autogolpe e  ao voto impresso. A vida é assim como a sabedoria popular diz: "um dia é do caçador outro dia é o da caça". O Bozo certamente pensava que iria enganar a população eternamente. Mas, aqui cabe dialogar com a exposição do Kassab: o político brasileiro mais pacificador interna e externamente é o Lula, quer queira, quer não. Agora durmam com esta afirmação. 

sábado, 3 de julho de 2021

Manifestantes realizam 1º ato contra Bolsonaro após "superpedido" de impeachment



Yahoo, Redação Notícias

sáb., 3 de julho de 2021

Protesto contra o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro, neste sábado (3)


·         Manifestantes foram às ruas neste sábado (3) para protestos contra o presidente Jair Bolsonaro

·         Apoiado por sindicatos, partidos de esquerda, centro e até direita, os atos devem ocorrer em ao menos 290 cidades no Brasil e em outros sete países

·         Este é o primeiro ato após parlamentares protocolarem um "superpedido" de impeachment na Câmara dos Deputados

Manifestantes foram às ruas neste sábado (3) para protestos contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e em defesa da vacinação contra o coronavírus. Apoiado por sindicatos, partidos de esquerda, centro e até direita, os atos devem ocorrer em ao menos 290 cidades no Brasil e em outros sete países, de acordo com os organizadores.

Como nos atos ocorridos em maio e junho, os protestos deste sábado ocorrem de maneira pacífica. Manifestantes pedem mais vacina, a saída de Bolsonaro e volta do auxílio emergencial de R$ 600. A maioria usava máscara. Em alguns momentos, houve aglomeração, apesar dos alertas sobre distanciamento social.

Este é o primeiro ato após parlamentares protocolarem um "superpedido" de impeachment na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira. Em meio à denúncia de cobrança de propina por vacina, a oposição e movimentos sociais assinaram o impeachment com cerca de 120 pedidos reunidos em um só, apontando mais de 20 tipos de acusações. Confira a lista completa.

No total, são 46 signatários, unindo nomes fortes e de campos antagônicos como Gleisi Hoffmann (PT); Kim Kataguiri (DEM), ex-MBL (Movimento Brasil Livre); e entidades diversas.

Em Belo Horizonte, um grupo de manifestantes colocou fogo em pneus e interditou o elevado Dona Helena Greco, na região central da cidade. Eles gritavam expressões de ordem contra o governo Bolsonaro. De acordo com a PM, a intervenção começou por volta das 6h. Não houve registro de violência e o grupo se dispersou rapidamente pelas ruas da capital mineira. Os militares acionaram o Corpo de Bombeiros para conter as chamas e fazer a retirada dos pneus.

Em Recife, o ato aconteceu no centro da cidade e foi convocado por movimentos sociais e estudantis, partidos políticos e centrais sindicais, que pediram também vacinação contra a Covid-19 e testagem em massa da população.

O ato realizado no centro do Rio de Janeiro foi convocado por movimentos sociais, partidos políticos e centrais sindicais. Além de protestarem contra o governo federal, com cartazes e faixas, os manifestantes pedem mais agilidade na vacinação contra a Covid-19, o fim das privatizações, mais respeito a comunidade LGBTQIA+ e a volta do auxílio emergencial.

Em São Paulo, os primeiros atos foram registrados em Sorocaba, Jundiaí, Bauru e Piracicaba. Indígenas também participaram carregando faixas em que pedem a demarcação de terras indígenas e se posicionam contra o marco temporal.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

PCB presente no ato pelo impeachment

Jornal O Poder Popular
 


2 de julho de 2021

 

 


O PCB, representado por seu secretário-geral Edmilson Costa, esteve em Brasília, no dia 30/06, para protocolar o “superpedido” de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. O texto, composto por uma comissão de juristas, reúne 124 entidades, entre Centrais Sindicais, Entidades Estudantis, Movimentos de Sem-Terra, Sem-Teto, organizações religiosas e os principais Partidos de Esquerda e Movimentos Sociais.

Foram listados mais de 23 crimes de responsabilidade, como a suspeita de corrupção envolvendo o contrato de compra da vacina indiana Covaxin, além dos mais diversos boicotes ao isolamento social e a medidas de segurança da população, sendo que o país já soma 518 mil vítimas do vírus, com os números aumentando cada dia mais.

Em sua fala, sendo acompanhado de uma delegação expressiva de militantes, Edmilson reafirmou que o pedido coletivo de impeachment é mais um elemento de pressão através do campo institucional, que soma-se às jornadas de mobilizações e manifestações em massa da população, que lotaram as ruas das mais diversas cidades do país, nos atos de 29 de maio e 19 de junho.

“Somente a manifestação das massas altera a correlação de forças”, reforçou o Secretário Geral do PCB, expressando que a continuidade da luta nas ruas é fundamental não apenas para alterar a dinâmica dos ataques promovidos no Congresso contra a classe trabalhadora, mas sobretudo mudar a correlação de forças e promover a derrubada desse governo genocida e reacionário e sua política de reformas neoliberais, que precarizam ainda mais as condições de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, com o aumento do desemprego, da fome e da violência social.

Longe da ilusão de que apenas a institucionalidade consegue solucionar os problemas da classe trabalhadora e da juventude, as ruas vêm dando a resposta ao trato do Governo em relação à pandemia e à destruição dos direitos sociais. A rearticulação das forças de oposição demarca um campo de unidade popular que não se via desde as jornadas de junho de 2013. Os comunistas, desde o início das jornadas de luta desse primeiro semestre, têm se posicionado no âmbito das diversas Frentes e Fóruns que constroem as mobilizações, levando adiante as palavras de ordem pelo Poder Popular, o combate à exploração capitalista e a defesa do Socialismo como alternativa à barbárie imposta pelo capital.

O PCB segue defendendo a superação do modo de produção capitalista, a soberania popular e a emancipação da classe trabalhadora. Com sua militância presente e organizada nas ruas, o PCB entende a importância tática em construir a unidade de ação no campo da Oposição de Esquerda, mantendo nossa independência de classe e princípios ideológicos, nossas bandeiras políticas e a estratégia de combate ao Capitalismo e ao Imperialismo, como referencial revolucionário frente ao oportunismo, ao esquerdismo e às vacilações que possam se manifestar na heterogeneidade das Frentes. O momento é, portanto, de luta e elevação do grau de organização e consciência de classe. Nesse contexto de efervescência política, os comunistas seguem atuando para fortalecer os laços com os diversos segmentos que compõem a classe trabalhadora.

Fora Bolsonaro! Fora Mourão! Impeachment Já!
Pela construção da greve geral!
Pelo Poder Popular rumo ao Socialismo!

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Caiu a máscara de Bolsonaro

 ISTO É - Germano Oliveira 

Bolsonaro sempre foi um deputado medíocre, que vivia de rachadinhas no seu gabinete e de apresentação de notas fiscais discutíveis para cobrança de despesas com combustíveis para seus automóveis. Até que um dia, na esteira da corrupção do governo petista, ele enxergou uma oportunidade de lançar a candidatura a presidente, aproveitando um grande vácuo na política brasileira deixada pelo ostracismo do lulopetismo. 

Oportunista, percebeu que o discurso de combate à corrupção, latente por causa da Lava Jato, era um anseio nacional. E vestiu a máscara de paladino da moralidade, da ética, da família e de Deus acima de tudo. Mais tarde, veremos que foi tudo uma farsa e que a máscara iria cair. Na verdade, Bolsonaro nunca combateu a corrupção, sua família sempre se locupletou de pequenos e grandes trambiques, como o filho primogênito demonstrou, e apenas se valeu da Bíblia para engambelar os incautos evangélicos.

Mas, houve os que acreditaram que seu governo poderia ser redentor e muitos até o chamavam de “mito” por suas aparições nos aeroportos em grande estilo, sobretudo às vésperas da campanha eleitoral de 2018. Essa condição messiânica se agigantou quando ele, em Juiz de Fora (MG), levou uma facada e isso o transformou em semi-Deus para o gado bolsonarista. Venceu a eleição sem fazer campanha, sem participar de debates. 

Ganhou com um pé nas costas, como se diz, enfrentando o candidato petista que simbolizava a corrupção e as práticas não republicanas de governar. Prometia um governo austero e de combate aos malfeitos. A nomeação do ex-juiz Sergio Moro para o ministério ajudou a concretizar essa fantasia.

Não durou muito. Logo nos primeiros meses de governo surgiu o caso das rachadinhas do filho Flávio, dos negócios mal explicados, da compra de imóveis milionários, de enriquecimento ilícito, envolvendo não apenas o 01, mas também vários outros parentes e amigos do presidente, como foi o caso do PM Fabrício Queiroz, nitidamente ligado à milícia carioca e que até dinheiro na conta da primeira-dama depositou. 

A partir daí, o capitão despiu a capa de presidente íntegro e interviu na PF, no Coaf, na PGR, na Abin, demitiu ministros sérios como Bebianno, Santos Cruz, Moro, Mandetta e seu governo se transformou num escritório do Centrão, que loteou os cargos públicos, dominou a máquina e implantou um grande esquema de corrupção, como o que estamos vendo agora na compra das vacinas.

Está claro que o governo Bolsonaro não apenas deixou roubar, mas como também montou uma máquina para permitir o roubo. A máscara caiu e o roubo é livre no governo. E não se trata apenas dos desvios na compra superfaturada e escandalosa de imunizantes. O assalto aos cofres públicos está também no orçamento paralelo, que desviou quase R$ 30 bilhões em emendas para a compra de tratores e encher o bolso de parlamentares que apóiam um governo estruturado para limpar os cofres públicos. 

Portanto, o superimpeachment pedido nesta quarta-feira por partidos e políticos de todas as correntes é mais do que oportuno. É indispensável. O pedido deixa o presidente nu e desmascarado. Sua queda nas pesquisas mostra que ele enganou a muitos por muito tempo, mas não há mal que dure a vida toda. A máscara caiu e a casa ruiu.

EM TEMPO: A população brasileira precisa se politizar para melhorar a qualidade do voto. Convém lembrar que a corrupção é inerente ao Sistema Econômico Capitalista. Perguntar não incomoda: será que Bozo vai fazer "arminha" contra a corrupção? 

ENTIDADES REALIZAM LIVE SOLIDÁRIA PARA AJUDAR ARTISTAS DO GARANHUNS























Texto  extraído do Blog de R.A em 06 de junho de 2021, que ora atualizamos. 

Por Fernando Luna

Numa iniciativa e realização conjunta:  CDL Garanhuns,  Rotary Garanhuns; Rotary Garanhuns Sete Colinas e Rotaract; Lions Club Garanhuns; Lions Cidade das Flores e Léo Club, está na fase de finalização de uma Live Solidária, *"Amigos dos Músicos de Garanhuns".*

A estrutura de som e palco será montada e transmitida diretamente do *Colibri Eventos & Lazer.*. Vide endereço no Canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCbmKFmJGHvFbSbH1U3MWMcw

Confirmada para hoje, 1° de Julho, quinta-feira, às 20h., com arranjos da orquestra *Gold Hits*, apresentação e animação dos músicos Henrique César e do Maestro Lulinha.

No palco, apresentações de alguns dos mais brilhantes e conhecidos artistas do Garanhuns, além da neófita Pâmela Camelo:

*Andréa Amorim, Carla Marques, Cláudio José,  Elvis Amâncio, Evaristo Vegas,  Léo e Banda, ND2, Nando Azevedo,  Paula Vilela, Paty Carlos,  Ronaldo Araújo e Rogério Valença*, dentre outros.

O cadastramento dos músicos que serão beneficiados com a partilha dos recursos e produtos arrecadados, será feita através de sistema específico, com formulário on line, que está sendo desenvolvido com o apoio da UFAPE - Laboratório de Inteligência.

Com o apoio do CDL Garanhuns, contaremos com vários  pontos de coletas e os dados bancários - PIX, para as doações de qualquer valor.

As datas de abertura e encerramento  das inscrições, será divulgada posteriormente.

A Campanha conta com o apoio cultural,  voluntário da *Rádio FM Sete Colinas* e *Rádio Marano FM*.

Para alimentação dos participantes do evento: músicos, equipes técnicas e apoio, contamos com os patrocinadores: *AZEVEDO Restaurante e Delivery*;  *TOCA Pastéis*, *Chalé Express*  e *Dom Tenório Fast Food* (Brejão), dentre outros. 

Prezaremos pela isenção,  credibilidade, tratamento igualitário, com transparência e disciplina.

EM TEMPO: Em conformidade com as normas sanitárias não haverá público. Assistam no Youtube nesta quinta-feira 01.07.2021 a partir das 20hs no canal acima especificado.