Mobilizações vêm ocorrendo há semanas
Conteúdo postado por: Leonardo Sobreira
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| Protesto em Kiev Crédito: Reuters |
247 – No coração de Kiev, centenas de manifestantes saíram às
ruas para protestar contra a decisão do governo de destituir o ministro da
Defesa, Mykhailo Albertovych Fedorov. A capital ucraniana viveu um dia marcado
por gritos, cartazes e tensão política em meio à guerra, informou o canal Alma
Plus nesta segunda-feira (17).
Várias centenas de
manifestantes vêm se reunindo nas últimas semana em frente ao escritório do
presidente Volodymyr Zelensky, na Praça Franko. A multidão exige o retorno de
Fedorov ao cargo de ministro da Defesa, o estabelecimento de um diálogo com a
sociedade e a apresentação de um plano claro de reformas, incluindo medidas
para combater a corrupção no setor de defesa.
As manifestações
ocorreram em frente a outros prédios governamentais e praças centrais, onde
cidadãos denunciaram que a destituição ocorre em um momento crítico para a
defesa do país.
Os manifestantes
acusam o governo de gerar instabilidade interna em meio à ofensiva russa,
enquanto outros setores sustentam que a saída de Fedorov seria resultado de
disputas dentro do alto comando militar.
Em 16 de julho, o
Parlamento ucraniano aprovou 16 novos ministros, deixando vagos apenas os
cargos de ministro das Relações Exteriores e de ministro da Defesa. Antes
disso, Zelensky havia anunciado sua intenção de promover uma nova reforma no
governo. Ele demitiu Fedorov, provocando manifestações em Kiev e em outras
cidades em apoio ao ex-ministro e protestos contra o comandante-chefe Oleksandr
Syrskyi.
Em 22 de julho, Zelensky assinou um decreto
nomeando Mykhailo Drapatyi, que ocupava o cargo de comandante das Forças
Conjuntas, como novo comandante-chefe.
EM TEMPO: A humanidade está numa situação de indefesa muita acentuada, a exemplo do que ocorre na Ucrânia, na qual o presidente Zelensky prorroga o seu mandato, ora vencido, para continuar na guerra contra a Rússia, prejudicando toda a população e a economia do país. Tudo isso para ser subserviente a OTAN e aos EUA. Convém lembrar que há diversas manifestações contra a guerra.

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