segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Contra o racismo e toda forma de opressão

 

Coletivo Negro Minervino de Oliveira

Ao longo dos anos foram construídas coletivamente lutas e conquistas do povo negro e suas organizações políticas, religiosas e culturais. O enfrentamento ao racismo, vinculado profundamente à exploração de classe e à expansão do capitalismo, nos colocaram no passado e nos dias atuais imensos desafios como o de responder de forma unitária às ações dos opressores.

Uma das estratégias da burguesia para manter seus privilégios sempre foi o de procurar nos dividir e destruir nossas memórias de lutas e conquistas, bem como o de procurar nos ridicularizar perante a opinião pública.

Frente às polêmicas presentes na atual edição do Big Brother Brasil, Reality Show da Rede Globo, gostaríamos de lembrar a todos o papel da mídia hegemônica na rearticulação de pautas para benefício próprio, visando o lucro e a manutenção das relações de classe e, consequentemente, raciais que inferiorizam os negros através de um conflito pueril como forma de “entretenimento”.

Igualmente lamentáveis são as posturas injuriosas perante um importante segmento religioso no Brasil que preserva milenarmente o culto aos orixás herdados de nossos antepassados escravizados nas Américas. Lembramos também que tais comportamentos não representam o movimento negro nem são dignos de serem chamados de militância. O antirracismo de mercado não é e nem será a saída para nós, pois não atinge as estruturas que são retroalimentadas pelo racismo, pelo contrário, as fortalecem.

EM TEMPO: No BBB21, onde os personagens foram escolhidos "a dedo", há uma ordem em construção, a qual visa tentar inverter nossa realidade ao repassar a idéia de que o negro é racista, mal carácter, etc.  Quando a nossa realidade é oposta, ou seja, o negro é discriminado, é morto pela polícia, mora em favela, tem baixa escolaridade, faz parte de considerável contingente de mortos pela COVID 19, fica logo desempregado, etc. Apesar de existirem alguns negros racistas e bolsonaristas, mas não é regra geral. Esse linha de trama, contida no BBB21, favorece aos bolsonaristas. Ou seja, a mídia burguesa quando dar uma "oportunidade" ao negro procura desqualificá-lo em todos os aspectos, incluindo o "beijo gay entre negros". Observem então, que a população de um modo geral é bombardeada diariamente pela ideologia das classes dominantes, seja na música, no noticiário, na religião,  nas novelas, na política, no entretenimento, na educação, etc. 

AGORA DUMAM COM ESSA BRONCA

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

ENTREVISTA DO PREFEITO SIVALDO ALBINO É UMA MÚSICA DE UMA NOTA SÓ.

 

Com o oportunismo que lhe é característico o prefeito Sivaldo Albino  concedeu, com toda a propaganda política/administrativa possível, entrevista a imprensa, especialmente de Garanhuns, atacando a administração anterior do ex-prefeito Izaías Régis e acenando  para futuras  ações no campo administrativo no município de Garanhuns/PE. 

O ex-prefeito Izaías Régis, logo após tomar  posse em seu primeiro mandato,  também fez a mesma coisa, atacando, com força, seu ex-aliado e   ex-prefeito Luis Carlos, como também os prefeitos anteriores: Silvino Duarte, Bartolomeu Quidute e Ivo Amaral. Foi um espetáculo aos moldes Izaías Régis.

DOIS OPORTUNISMOS:

O primeiro consiste em conceder uma entrevista no quadragésimo dia de sua administração burguesa, fazendo propositalmente coincidir com o número 40 do seu partido político o PSB. Aliás, nos 40 anos de instalação do “Relógio das Flores” há também alusão, através de um painel, ao número 40 e as cores do PSB. Será que o povo é tão "bobo" assim e vai se ligar somente no número e não nas propostas?

O segundo oportunismo  se refere a sua viagem a Brasília na segunda-feira, primeiro de fevereiro de 2021, dia da votação dos Presidentes da Câmara e do Senado. Dia em que alguns  parlamentares estavam contentes com a promessa, do governo Bolsonaro, de que poderiam repartir  aproximadamente 3 bilhões de reais em emendas parlamentares para os seus redutos eleitorais, desde que votassem e elegessem os prediletos do Planalto,  o deputado federal Arthur Lira e o senador Rodrigo Pacheco, para dirigirem o Parlamento Burguês  na incumbência de aplicarem as reformas de interesse do capital, de ataques aos direitos trabalhistas e sociais e de impedirem o impedimento do presidente Bolsonaro.

A VISITA AOS PARLAMENTARES

Fazer coincidir as datas de visita aos parlamentares com a do dia da votação para o Parlamento Burguês, foi uma atitude pensada e oportunista, do governo municipal, numa ocasião em que o Prefeito da Cidade de Recife, João Campos, padrinho político de Sivaldo, acenou com a candidatura de Arthur Lira, para a presidência da Câmara dos Deputados, fazendo média com o governo Bolsonaro.  O prefeito Sivaldo Albino e sua equipe, foram direto ao “pote”, pedindo e procurando saber o que existia na "prateleira", ou seja, algum  “projeto” que se adequasse  ao nosso município.

Visitaram os gabinetes dos deputados federais Fernando Rodolfo, Gonzaga Patriota e Felipe Carreras. Com destaque para a investida ao deputado federal Felipe Carreras, do PSB, o qual levou a equipe Garanhuense até o gabinete do Ministro do Turismo. Resultado, houve uma promessa de inserir Garanhuns no “Circuito de Eventos do Nordeste”. Ora, o Felipe Carreras é simpático ao governo Bolsonaro, empresário de eventos, portanto do ramo festeiro. Mas, quem entende mesmo de festa é o ex-prefeito Izaías Régis. Alguém tem dúvida? Mais um lance de igualdade entre Sivaldo e Izaías.

AS BRAVATAS DO PREFEITO SIVALDO ALBINO

Na coletiva à imprensa, na quarta-feira 10, pela manhã, no Palácio Celso Galvão, o Prefeito informou  que já tinha conseguido R$ 18 milhões de reais para o município, via emendas parlamentares, fazendo um comparativo com seu antecessor que só “conseguiu viabilizar”, em oito anos de idas e vindas à Brasília, a importância de R$ 19 milhões para Garanhuns. Portanto, uma “façanha e tanto”, a qual não deixa de ser uma “bravata”, assim como foram tantas as “bravatas” ditas pelo ex-prefeito Izaías Régis, o qual falava constantemente dos milhões de reais que conseguia em Brasília, isto é, com os parlamentares do seu convívio. Quem não se lembra disso?

JOGAR PARA A PLATÉIA É PRECISO

Evidentemente, que o governo Sivaldo Albino dar sinais de semelhança com o governo do ex-prefeito Izáias Régis. Este último se caracterizava como um Prefeito “pidão”. Quem não se lembra das andanças de Izaías em Brasília,  pois sem força política o ex-prefeito batia “à porta” de vários  parlamentares, mas só conseguiu pouco mais de dois milhões de reais, de uma previsão de quase 20 milhões de reais, para reformar a Av. Santo Antônio e o Mercado 18 de Agosto. Portanto, uma migalha, insuficiente para tamanha reforma. 

Parece-me que o governo Sivaldo Albino segue no mesmo caminho tanto político/administrativo, como também de esnobação, sempre jogando para a platéia.  Isto é, comparado com outras cidades, a exemplo de Caruaru, Petrolina, Juazeiro da Bahia e tantas outras, as quais conseguem 20, 30, 40 milhões para aplicarem em infra-estrutura, Garanhuns continua patinando, mas, quem sabe, feliz, para alguns, com as "migalhas".   

É interessante se contentar com as "migalhas", especialmente na véspera do Carnaval. Afinal, em outros carnavais, já que estamos na véspera do Carnaval, o qual não será realizado por conta da Pandemia,  apresentava-se pelas ruas e ladeiras de Olinda, um bloco carnavalesco com a denominação sugestiva: "NÓS SOFRE, MAS NÓS GOZA", independente das  "migalhas" (rsrsrs). 

É IMPORTANTE REIVINDICAR

Evidentemente que é importante se articular com os parlamentares em Brasília, mas acima de tudo se deve ter um Projeto já estabelecido e não ficar procurando saber o que se tem na “prateleira”. Por exemplo: se o governo do Estado de Pernambuco vai reformar o Aeroporto de Garanhuns, porque não se tratou desse assunto com as autoridades federais afins?

AGORA DURMAM COM ESSA BRONCA. BOM CARNAVAL, MAS SE CUIDEM. 

VACINA PARA TODOS  NÓS BRASILEIROS. 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Um futuro premeditado

11 de fevereiro de 2021

Articular o passado historicamente não significa conhecê-lo “tal como ele propriamente foi”. Significa apoderar-se de uma lembrança tal como ela lampeja num instante de perigo. lmporta ao materialismo histórico capturar uma imagem do passado como ela inesperadamente se coloca para o sujeito histórico no instante do perigo. O perigo ameaça tanto o conteúdo dado da tradição quanto os seus destinatários. 

Para ambos o perigo é único e o mesmo: deixar-se transformar em instrumento da classe dominante. Em cada época é preciso tentar arrancar a transmissão da tradição ao conformismo que está na iminência de subjugá-la. Pois o Messias não vem somente como redentor; ele vem como vencedor do Anticristo. O dom de atear ao passado a centelha da esperança pertence somente àquele historiador que está perpassado pela convicção de que também os mortos não estarão seguros diante do inimigo, se ele for vitorioso. E esse inimigo não tem cessado de vencer.

Walter Benjamin

Milton Pinheiro

A vida humana está em perigo. A crise capitalista mundial avança com marcas bastante desiguais. Uma parte significativa de países encontra-se marcada pela lógica da espoliação, sem maior capacidade de responder ao ataque imperialista que tem pautado uma nova reconfiguração da extração de mais-valia. No centro do sistema, a prioridade é operar pequenas mudanças no processo fiscal sem, contudo, deixar brechas para o bem-estar social, mesmo aquelas de caráter mínimo e rebaixado.

Nos EUA, a crise política e societária aprofundada pela lógica do governo do agitador fascista, Donald Trump, nos seus quatro anos de mandato, alimentou o ovo da serpente do neofascismo; possibilitou o crescimento de forma mais organizada das hordas (milícias) armadas pelo país; projetou uma pauta de costumes extremamente retrógrada; impediu de forma organizada a presença de integrantes de povos periféricos em território estadunidense; comportando-se de forma leniente e negacionista diante do Covid 19; fomentando uma crise política que colocou em risco o caráter da democracia formal estadunidense, quando da invasão do congresso nacional (Capitólio) por hordas neofascistas, racistas e xenófobas após a sua derrota eleitoral.

Na Rússia, qualquer pessoa pode se vacinar contra a Covid-19 e ainda ganhar um sorvete de chocolate

 

Yahoo, Redação  Notícias

qui., 11 de fevereiro de 2021 5:17 PM

 

Agora, porém, está disponível para qualquer um como parte do programa de "vacinação em massa" do presidente Vladimir Putin, que incluiu barracas de sorvete na campanha de imunização, localizadas em alguns postos de de vacinação (Foto: Sefa Karacan/Anadolu Agency via Getty Images)

Quem passa pela Praça Vermelha, famoso ponto turístico localizado em Moscou, na Rússia, pode ser imunizado contra a Covid-19 em um dos principais pontos de vacinação do país. Disponível para qualquer pessoa — inclusive turístas —, a vacina russa Sputnik V é dada sem necessidade de marcar horário ou pertencer a algum grupo prioritário desde o dia 18 de janeiro. Após se imunizar, ainda é oferecido um sorvete de chocolate.

Na Rússia, a vacina a primeira fase da vacinação foi exclusiva para alguns grupos de risco, incluindo médicos e assistentes sociais, no início de dezembro. Aos poucos, mais grupos foram ganhando vaga na fila. Agora, porém, está disponível para qualquer um como parte do programa de "vacinação em massa" do presidente Vladimir Putin, que incluiu barracas de sorvete na campanha de imunização, localizadas em alguns postos de de vacinação.

De acordo com o jornal Deutsche Welle, que ouviu funcionários de um ponto de vacinação, um terço dos que recebem a vacina em um dos locais de imunização da capital da Rússia são estrangeiros. "Eu nem sabia que havia tantos estrangeiros vivendo em Moscou", disse a profissional de saúde, Sofia Markova, enquanto distribui sorvete aos vacinados. Na semana passada, o prefeito de Moscou anunciou que 400 mil pessoas haviam sido vacinadas na capital, que tem cerca de 12 milhões de habitantes. Há cerca de 100 hospitais que aplicam a vacina em Moscou.

Sputnik V

Ainda nesta semana, a Rússia entregou um pedido para obter a aprovação para a Sputnik V. A Hungria já aprovou. A vacina russa também está disponível em vários países fora da UE, como Argentina e Sérvia. No Brasil, ela também aguarda aprovação. No começo deste mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez uma nova reunião com representantes da União Química para discutir o registro da vacina russa vacina Sputnik V no Brasil.

Na mesma semana, o Senado aprovou a MP (medida provisória) que autoriza o governo a aderir ao consórcio da OMS (Organização Mundial da Saúde) para aquisição de vacinas contra o coronavírus, o Covax Facility. Será possível, dessa forma, agilizar a concessão de autorização para a vacina Sputnik V, do instituto Gamaleya.

No entanto, a medida foi criticada por servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e por profissionais que atuam na área da Saúde por atuar como “um rolo compressor” do parlamento. A MP estabelece prazo de até 5 dias para que a Anvisa autorize o uso emergencial no Brasil de vacinas contra a Covid-19 que já tenham aprovação internacional.

Uma pesquisa recente revisada por pares publicada na revista científica "The Lancet" mostrou que a vacina tem eficácia média de 91,6% para casos sintomáticos. O artigo reforçou a confiança na vacina russa, em meio a críticas de que os testes teriam sido apressados.

EM TEMPO: Enquanto isso  o  negacionista Bolsonaro, continua a "receitar" a "Cloroquina". 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Contra a legalização da atividade garimpeira


 5 de fevereiro de 2021

 

 

NOTA DE REPÚDIO DA FRAÇÃO INDÍGENA DO PCB

O projeto nº 201/2020, que regulamenta a atividade garimpeira no Estado de Roraima, aprovado no último dia 13/01/2021 pela comissão especial composta por 16 deputados estaduais do Estado de Roraima, é a legalização de atos contra a vida dos povos originários da Terra Yanomami e Raposa Serra do Sol que há décadas lutam contra a atividade ilegal na região, assim como sofrem com os impactos ambientais e de propagação de doenças pelos garimpeiros.

Registre-se que a PL 201/2020 está relacionada com a política do desgoverno de Bolsonaro/Mourão e de seus apoiadores, que, desde o início de seu mandato, atacam as terras indígenas e o meio ambiente, sempre em favorecimento do agronegócio e do grande capital.

A PL 201/20 em sua essência fere todos os preceitos constitucionais, principalmente quando autoriza a dispensa do licenciamento e do Estudo de Impacto Ambiental que é apresentado em Relatório de Impacto Ambiental (Eia-Rima), bem como quando aponta a liberação do uso do mercúrio no manejo da atividade, potencializando a poluição dos recursos hídricos da região.

As populações indígenas têm sofrido com a omissão e a negligência do Estado na proteção de suas terras e na garantia de uma política de saúde específica e diferenciada. A legalização da atividade do garimpo potencializa, inclusive, o risco de maior transmissibilidade da Covid-19 para a população indígena, tendo em vista o aumento da circulação de garimpeiros na região. O Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuanna (Condisi-YY) denuncia que os postos de saúde nas comunidades se encontram fechados, estando inclusive sob investigação o óbito de nove crianças com sintomas do Covid-19.

Repudiamos toda a forma de ataque ao meio ambiente, pois defender os recursos ambientais é ter assegurado maior qualidade de vida para todos os indígenas e não indígenas. É preciso resistir a essa ofensiva que atenta contra a vida de toda população, pois aprovar a PL 201 é regulamentar a destruição de toda uma cadeia ecológica necessária para a vida das pessoas e das futuras gerações. O Partido Comunista Brasileiro (PCB) se solidariza com a população do Estado de Roraima, em especial com os povos indígenas da região, e se coloca ombro a ombro na defesa da vida e contra o PL 201/2020.

Em defesa do Meio Ambiente e dos Povos Tradicionais!

Pelo Poder Popular e pelo Socialismo!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

PGR começa a investigar Bolsonaro e Pazuello por crise na saúde no AM e PA

 

MATHEUS TEIXEIRA E MARCELO ROCHA

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

 

Pazuello e Bolsonaro durante o lançamento do plano de vacinação contra o coronavírus, em 16 de dezembro de 2020 (Andressa Anholete/Getty Images)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O procurador-geral da República, Augusto Aras, instaurou uma apuração preliminar para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na crise de saúde no Amazonas e no Pará.

A investigação também incluirá o crime de propagar a utilização de medicamentos que não têm efcácia científica comprovada devido à atuação de ambos em favor da hidroxicloroquina e do tratamento precoce contra a Covid-19. A decisão de Aras é uma resposta a uma notícia-crime protocolada pelo PC do B no STF (Supremo Tribunal Federal). A sigla afirmou que há “fortes indícios” da prática de prevaricação do chefe do Executivo e de seu auxiliar no colapso em Manaus e ressaltam que o mesmo cenário tem sido visto em municípios do Pará.

O procurador-geral informou à corte que abriu uma notícia de fato, instrumento que permite a “apuração preliminar dos fatos narrados e suas circunstâncias, em tese, na esfera penal”. “Caso, eventualmente, surjam indícios razoáveis de possíveis práticas delitivas por parte dos noticiados, será requerida a instauração de inquérito nesse Supremo Tribunal Federal”, Aras, em manifestação enviada à corte nesta quarta-feira (3).

Em defesa do SUS e da vida do povo trabalhador

 

Vacina para todos já!

Nota Política do PCB/RJ

O povo trabalhador morador da cidade do Rio de Janeiro está sofrendo com o descaso, negligência e as ações criminosas dos governos empresariais. Se não bastassem 4 anos de um governo municipal anterior que sucateou os serviços públicos de saúde e demitiu trabalhadores do SUS, a prefeitura de Eduardo Paes segue a mesma linha de “cidade negócio para os ricos” e de abandono dos serviços públicos e da população trabalhadora em plena pandemia.

A cidade do Rio perdeu mais de 17 mil pessoas mortas por covid-19, uma das maiores taxas de letalidade da doença no país, e mesmo assim, a prefeitura do DEM e aliados publicou um decreto que favorece aglomerações ao suspender medidas necessárias ao isolamento social.

Na contramão de implantar ações para a preservação da vida do povo, a prefeitura fechou uma UPA municipal que atendia 400 pessoas por dia na favela de Manguinhos, desativou um hospital de campanha quando havia mais de 150 pessoas na fila para internação e há mais de 400 leitos parados nos hospitais públicos da cidade, não pagou os salários e os direitos trabalhistas de profissionais de saúde contratados e servidores municipais que seguem na linha de frente, atrasou o pagamento da bolsa Rio que é uma importante renda para usuários dos Centros de Atenção Psicossociais e vacinou menos de 1% da população residente no município.

A prefeitura de Paes também expõe os idosos à pandemia, pois ao invés de recompor a força de trabalho na Estratégia de Saúde da Família e priorizar a imunização através das visitas domiciliares, recomenda que os idosos compareçam às unidades de saúde para se vacinarem! Ainda no Rio de Janeiro, vivemos o abandono e sucateamento dos hospitais federais, com falta de manutenção, ausência de concurso público e escassez de equipamentos, o que impediu o Hospital Federal de Bonsucesso de possuir um gerador e em um pico de luz comprometer mais de 700 unidades de vacina contra a Covid-19.

Enquanto o povo trabalhador precisa de vacina, de renda, e de emprego e de melhores condições de vida, a gestão municipal retomou as privatizações através das Organizações Sociais de Saúde, ampliando as terceirizações e aprofundando a precarização do trabalho. Há notícias de trabalhadores do setor saúde que não estão conseguindo se vacinar e que atuam na linha de frente, nos serviços residenciais terapêuticos do SUS e no cuidado intradomiciliar, como as cuidadoras.

As condições de vida da classe trabalhadora só pioram e com isso a sua saúde também: nos bairros do subúrbio e favelas da cidade a água está com o odor, sabor e coloração alterados, indicando mais uma vez a presença de geosmina, efeitos da devastação ambiental, do modo de produção capitalista que destrói a natureza e a privatiza.

A saúde da população trabalhadora precisa ser prioridade!

É com indignação e organização que o PCB segue nas lutas contra as opressões impostas ao povo trabalhador pelas classes dominantes.

VACINA PARA TODOS JÁ!

Em defesa do SUS e para além dele!
Avante na construção do Poder Popular e pelo Socialismo!

Partido Comunista Brasileiro – Comitê Regional

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Biden recebe dossiê recomendando suspensão de acordos entre EUA e governo Bolsonaro

 BBC NEWS


© Pool/Getty Images O documento surge em momento de intensa expectativa sobre os próximos passos da relação entre Brasil e Estados Unidos sob o governo de Biden e da vice-presidente Kamala Harris 


 

Quatro meses depois de fazer críticas públicas contra o desmatamento no Brasil, o presidente Joe Biden e membros do alto escalão do novo governo dos EUA receberam nesta semana um longo dossiê que pede o congelamento de acordos, negociações e alianças políticas com o Brasil enquanto Jair Bolsonaro estiver na Presidência.

O documento de 31 páginas, ao qual a BBC News Brasil teve acesso, condena a aproximação entre os dois países nos últimos dois anos e aponta que a aliança entre Donald Trump e seu par brasileiro teria colocado em xeque o papel de "Washington como um parceiro confiável na luta pela proteção e expansão da democracia".

"A relação especialmente próxima entre os dois presidentes foi um fator central na legitimação de Bolsonaro e suas tendências autoritárias", diz o texto, que recomenda que Biden restrinja importações de madeira, soja e carne do Brasil, "a menos que se possa confirmar que as importações não estão vinculadas ao desmatamento ou abusos dos direitos humanos", por meio de ordem executiva ou via Congresso.

A mudança de ares na Casa Branca é o combustível para o dossiê, escrito por professores de dez universidades (9 delas nos EUA), além de diretores de ONGs internacionais como Greenpeace EUA e Amazon Watch.

A BBC News Brasil apurou que os gabinetes de pelo menos dois parlamentares próximos ao gabinete de Biden — a deputada Susan Wild, do comitê de Relações Internacionais, e Raul Grijalva, presidente do comitê de Recursos Naturais — revisaram o documento antes do envio.

O texto têm o endosso de mais de 100 acadêmicos de universidades como Harvard, Brown e Columbia, além de organizações como a Friends of the Earth, nos EUA, e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), no Brasil. A iniciativa é da U.S. Network for Democracy in Brazil, uma rede criada por acadêmicos e ativistas brasileiros no exterior há dois anos que hoje conta com 1500 membros.

Tanto Biden quanto a vice-presidente Kamala Harris, além de ministros e diretores de diferentes áreas do novo governo, já criticaram abertamente o presidente brasileiro, que desde a derrota de Trump na última eleição assiste a um derretimento em negociações em andamento entre os dois países.

"O governo Biden-Harris não deve de forma nenhuma buscar um acordo de livre-comércio com o Brasil", frisa o dossiê, organizado em 10 grandes eixos: democracia e estado democrático de direito; direitos indígenas, mudanças climáticas e desmatamento; economia política; base de Alcântara e apoio militar dos EUA; direitos humanos; violência policial; saúde pública; coronavírus; liberdade religiosa e trabalho.

Maduro diz garantir abastecimento de oxigênio em Roraima e Amazonas

Familiares de pacientes com covid-19 fazem longas filas para encher cilindros de oxigênio em Manaus, 19 de janeiro de 2021


O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, disse nesta terça-feira (2) que está "garantindo" o abastecimento de oxigênio nos estados brasileiros de Roraima e Amazonas, na fronteira com a Venezuela, que sofrem com uma severa escassez do insumo.

"Já estamos garantindo ao estado do Amazonas e de Roraima, do Brasil, através de (a siderúrgica estatal) Sidor e da classe operária venezuelana suas necessidades de oxigênio", disse Maduro em um ato em Caracas, transmitido pela TV governamental. "Hoje chegaram três gandolas (caminhões), estão carregando, e uma gandola sai para Roraima e duas para o Amazonas e voltam em seguida", continuou. "Isso a cada pouquinho, a cada semana, cada pouquinho, de acordo com as suas necessidades".

A Venezuela já enviou oxigênio ao Brasil, onde o governo do presidente Jair Bolsonaro não reconhece Maduro como presidente, mas sim o líder opositor Juan Guaidó. Há pouco mais de duas semanas, vários caminhões carregados com oxigênio cruzaram a fronteira do estado de Bolívar (sul) rumo a Manaus, capital do Amazonas, em meio a uma severa escassez que deixou dezenas de mortos.

Estados amazônicos brasileiros, como Pará e Roraima, impulsionaram medidas para evitar uma crise similar à do Amazonas. Roraima, que tem uma ocupação de 79% de seus leitos de terapia intensiva destinadas para doentes com covid-19, reabriu um hospital de campanha para aumentar sua capacidade.

O senador Telmário Mota (PROS/RR) pediu ao chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, que enviasse oxigênio ao estado para evitar um colapso do sistema de saúde. Segundo as emissoras Band e CNN Brasil, o governo estatual também pediu ajuda à Venezuela com oxigênio. "Tudo é possível quando há solidariedade, irmandade, cooperação, paz e amor entre os povos", disse Maduro, que governa um país castigado pela pior crise de sua história recente, com uma hiperinflação e sete anos de recessão.

Em meio ao desastre, o pessoal de saúde venezuelano foi afetado pela escassez de insumos médicos e material de proteção contra a covid-19. Bolsonaro de fato ironizou o envio de oxigênio da Venezuela, mas não rejeitou a ajuda. "Se o Maduro quiser fornecer oxigênio para nós, vamos receber, sem problema nenhum. Agora, ele poderia dar auxílio emergencial para o seu povo também. O salário mínimo lá não compra meio quilo de arroz", disse na ocasião Bolsonaro, cuja popularidade tem diminuído, devido à sua gestão da pandemia.

jt/mbj/lda/mvv

Publicação original ter., 2 de fevereiro de 2021 9:47 PM

EM TEMPO: O presidente Bolsonaro calado é um poeta. Como é aconselhável medir as palavras. No é, Bozo? Quem se habilita a levar Bolsonaro para casa para concluir sua formação educacional e psicológica.  Em troca ele irá dar aula de "tiro ao alvo". Mas, quem será o alvo: "o povo brasileiro desarmado". Será? AGORA DURMAM COM ESSE PESADELO. 


Em meio à confusão de datas, Garanhuns/PE completa 142 anos nessa quinta 04.02.2021. Já no dia 10 de março de 2021, o município comemora seus 210 Anos

Texto se espelhou nos Blogs  de Carlos Eugênio e Anchieta Gueiros. 

 

Garanhuns completa na próxima quinta-feira, dia 4 de fevereiro de 2021, seus 142 anos de Elevação de Vila para a Categoria de Município. Esta data comemorativa tem por base o Decreto Provincial 1.309 de 04.02.1879 defendido pelo Deputado do Governo Provincial, Silvino Guilherme de Barros, o Barão de Nazaré.

Até o momento, certamente por conta da Pandemia, não há alguma programação alusiva a data. Mas, sempre que a comemoração se aproxima, voltam à tona as discussões referentes a mudança realizada e aprovada, em meados do ano 2013, pela Câmara de Vereadores, a qual instituiu o Dia 10 de Março como aniversário do Município de Garanhuns, passando as comemorações para o segundo domingo de março.

A mudança foi fundamentada na Resolução Municipal nº 144, do então Prefeito Luiz da Silva Guerra, de 9 de setembro de 1950, mas, sobretudo, na Carta Régia do Príncipe Regente do Brasil, Dom João VI, de 10 de março de 1811, este último que considerou Garanhuns como Vila. A partir dessa tese e da aprovação da Lei, em meados de 2013, no próximo dia 10 de março de 2021, Garanhuns completará 210 anos.

Como a confusão de datas será mantida, Garanhuns seguirá com duas datas de aniversário: 4 de fevereiro, como extra-oficial, e, oficialmente, 10 de março, sendo talvez a única cidade do Brasil que completará neste ano, 142 e 210 anos simultaneamente. 

DIA DO GARANHUNS: Em 2013, a Câmara de Vereadores aprovou e o então Prefeito Izaías Régis (hoje sem partido político) sancionou uma Lei Municipal extinguindo o feriado do aniversário da Cidade, que era vivenciado no dia 4 de fevereiro, e instituindo o dia 10 de março, como o 'Dia de Garanhuns'. A Ação de mudança teve como base estudos do Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns, que defendeu, com a apresentação de documentos a tese "de que o Povoado, naquela época, ao ser elevado à categoria de Vila, em 10 de março de 1811, ganhou toda uma organização e estrutura política, jurídica e econômica, as quais são inerentes à condição de município".

CONTRADITÓRIO: O poeta e escritor João Marques, Garanhuense, estudioso da nossa história e autor do Hino do  Garanhuns, opina que o dia 04 de fevereiro se constitui na data comemorativa mais adequada a nossa história e, segundo sua opinião a Vila Garanhuns foi Elevada a Categoria de Município em 04.02.1879, através do Decreto Provincial 1.309, apresentado pelo Barão de Nazaré, na época Deputado Provincial. Mesma tese é defendida pelo Garanhuense  e  escritor Marcílio Reinaux Maia.

EM TEMPO: Independente de datas à terra dos pássaros ANUNS foi povoada pelos negros oriundos dos Quilombos dos Palmares, época em que ocorreu a Guerra dos Palmares na Serra da Barriga em União dos Palmares/AL. Portanto, muitos anos antes dos tais decretos/leis de caráter político e jurídico. Daí a Colina (Serra) denominada de Quilombo, cujo ponto mais alto se localiza nas imediações da Rádio Marano FM, já foi ocupada pelos negros Quilombolas para se defenderem dos ataques dos batalhões de policias. Hoje, os descendentes residem nas Comunidades Quilombolas Castainho/Estivas/Timbó. 

Todo apoio à greve dos caminhoneiros!

 


O Partido Comunista Brasileiro (PCB) vem a público apoiar as reivindicações por melhorias das condições de trabalho e renda apresentadas pelos caminhoneiros autônomos e assalariados, neste primeiro de fevereiro em que a categoria inicia uma nova greve nacional para pressionar o governo de extrema direita de Bolsonaro-Mourão e os representantes do grande capital (o agronegócio, as empresas de transporte, os monopólios de logística, os bancos, etc).

Desde a greve de 2018, as condições sociais desses trabalhadores pioraram e, portanto, as circunstâncias para grandes jornadas de luta e conscientização se mantiveram, independentemente do patético empenho manipulador do bolsonarismo para hegemonizar as lideranças e a base da categoria. Vai ficando cada vez mais evidente para os caminhoneiros que o governo federal é o principal aliado dos seus inimigos de classe.
As principais reivindicações dos trabalhadores, focadas nas condições de trabalho e renda e claramente contrárias às propostas neoliberais, são as seguintes:

1. Piso mínimo. Defesa da constitucionalidade da Lei nº 13.703/2018, que estabeleceu uma regulação do preço dos fretes para evitar seu rebaixamento artificial pela articulação dos grandes contratadores de cargas.

2. PPI – Política de Preço de Paridade de Importação aplicado pela Petrobras. Repúdio à política do governo federal que obriga a Petrobras a indexar os preços internos do diesel, da gasolina e do gás de cozinha aos preços internacionais, prejudicando os consumidores brasileiros, em benefício dos acionistas privados da empresa.

3. – Jornada de Trabalho. Contra os abusos pela falta de condições estruturais e ambientais de aplicação das políticas de cumprimento de horário ordinário e extraordinário de trabalho, assim como dos horários de repouso e descanso e seus reflexos sobre as remunerações.

4. Retorno da aposentadoria especial. Contra o retrocesso social de retirada do benefício previdenciário de aposentadoria especial sem modificação das condições nocivas à saúde a que os transportadores rodoviários de cargas estão expostos no ambiente de trabalho .

Diante da justeza dessas reivindicações sindicais e econômicas, o PCB conclama sua militância e a esquerda em geral a apoiar a greve da categoria e dialogar intensamente com esses trabalhadores, disputando politicamente com a direita liberal e o bolsonarismo os sentidos do movimento e a interpretação das circunstâncias experimentadas pelos caminhoneiros.

O papel da esquerda socialista é atuar decisivamente em defesa das lutas dos trabalhadores, em quaisquer circunstâncias, apontando para a necessidade de construção de um programa anticapitalista que ofereça sentido geral às reivindicações econômicas e combatendo as manipulações ideológicas da extrema direita e das classes dominantes como um todo.

TODO APOIO À CLASSE TRABALHADORA NAS SUAS LUTAS CONCRETAS!

PELO ATENDIMENTO IMEDIATO ÀS JUSTAS REIVINDICAÇÕES DOS CAMINHONEIROS!

FORA BOLSONARO E MOURÃO! IMPEACHMENT JÁ!

PELO PODER POPULAR, RUMO AO SOCIALISMO!

Comitê Central do PCB

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Erundina: Há poucas diferenças entre Lira e Baleia

 

Postado por Magno Martins às 21:15

A deputada Luiza Erundina, candidata do PSOL à presidência da Câmara, discursou, hoje, minutos antes do início da votação, que será secreta.

Erundina criticou o fato de a votação se dar de forma presencial, “o que expõe principalmente os 95 parlamentares que são do grupo de risco”. Isso demonstra, segundo ela, “que o caráter genocida de Bolsonaro também está presente no comando da Câmara dos Deputados”.

“Não baixaremos a cabeça Basta de tanta arbitrariedade. Fora, Bolsonaro, e todos os seus asseclas de plantão”, disse.

Segundo ela, o presidente Rodrigo Maia foi “omisso e conivente” com Bolsonaro ao não pautar sequer um dos mais de sessenta pedidos de impeachment contra o presidente da República protocolados na Câmara. Erundina também equiparou as candidaturas de Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP).

“Há poucas diferenças entre as duas candidaturas. O PSOL é o único partido cuja candidatura polariza com os candidatos dos dois blocos, constituídos predominantemente por partidos de direita, além de alguns partidos do campo progressista que se aliaram ao campo de Baleia Rossi”.

EM TEMPO: Erundina, és uma grande guerreira. Parabéns.

Frota diz que deputados venderam voto, desiste da candidatura e apoia Baleia

PODER  360 - Caio Spechoto

 

© Sérgio Lima/Poder360 O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP)

 

O deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) subiu à tribuna da Câmara na sessão de eleição da Casa e disse que deputados têm vendido votos para Arthur Lira. Também anunciou a desistência de sua candidatura. Anunciou apoio a Baleia Rossi (MDB-SP), adversário de Lira.

Frota se refere ao esforço do governo para eleger Lira. Envolve nomeações de afilhados políticos de deputados na máquina estatal e influência sobre o destino de recursos públicos em troca de votos ao candidato do PP.

 “Seria confortável pra mim votar no Arthur Lira. Eu poderia vender o meu voto para o Arthur Lira, assim como mais de 200 deputados aqui dentro fizeram. Mas eu estaria votando pelo Bolsonaro, contra a democracia. Podem vaiar, mas essa é a verdade”, disse Frota.

“Eu quero terminar abrindo mão de minha candidatura. Estou renunciando para anunciar o meu voto no Baleia Rossi. E pedir ao meu grupo, que, ainda pequeno, votem no Baleia Rossi”, declarou o deputado do PSDB.

Caso não retirasse a candidatura, Alexandre Frota provavelmente teria votação muito baixa. A eleição está polarizada em Lira (favorito) e Baleia. Frota foi eleito pelo PSL, na onda que levou Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Mas rompeu com o presidente. Fez diversos ataques ao chefe do governo. Disse que a gestão da pandemia é ruim e que Bolsonaro protege seu filho senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) de acusações de corrupção.

Ele ainda citou um dos maiores aliados de Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno. Hoje, Heleno é ministro do GSI. Durante a campanha de 2018, Heleno fez uma paródia da música de Bezerra da Silva. “E como o general Heleno falou: se gritar pega Centrão, não fica um meu irmão”, disse Alexandre Frota. Hoje, Bolsonaro tem no Centrão seu principal apoio no Legislativo.