- Texto extraído do Blog do Magno
Martins
- - Edição de Camila Emerenciano
A ex-deputada Marília Arraes (PDT) afastou as acusações de que teria utilizado a aproximação com a governadora Raquel Lyra (PSD) para barganhar com o prefeito João Campos (PSB) uma vaga de candidata ao Senado na chapa do socialista na disputa pelo comando do estado.
No ato de
lançamento da pré-candidatura do gestor recifense ao governo de Pernambuco e do
próprio nome como pré-candidata ao Senado, realizada nesta sexta-feira (20), no
Recife, Marília atribuiu a acusação ao “ódio da oposição”.
“É normal que adversários
tentem agredir, mas deixa eles com agressividade, com ódio, porque aqui, para a
gente sair de casa, para a gente deixar as filhas e se entregar para o povo,
precisa de muito amor. Se o ódio está no coração deles, deixa tudo do lado de
lá e aqui a gente tem muito amor para dar”, declarou.
Marília Arraes
chegou a manter conversas com a governadora Raquel Lyra (PSD) sobre participar
da chapa da gestora como candidata à Casa Alta do Congresso Nacional, pouco
antes de firmar aliança com o primo, João Campos. No discurso, a pré-candidata
ainda deu um recado para os opositores, após afirmar que não pretende brincar
com a esperança dos pernambucanos.
“Não se negocia
com quem faz qualquer negócio para ganhar a eleição. A gente está aqui porque a
gente tem lado, tem time. E aqui a gente assume, ninguém tem medo de assumir,
não. Aqui a gente é do time do presidente Lula. Podem tentar o que quiser,
podem fazer negociação, troca ou o que for “, disparou Marília.
EM TEMPO: Considerando que o projeto político de Marília é apenas pessoal e eleitoral, mais uma vez ela provou que é mal assessorada, uma vez que não deveria sequer ter participado de uma reunião com a governadora Raquel Lyra, a qual estava inclinada a compor a chapa majoritária com Marília e Miguel Coelho. Quando se sabe que caso o João Campos não quisesse compor sua chapa com Marília, esta estaria indo para os braços da governadora Raquel Lyra. Donde se conclui que Marília foi no mínimo descortês com Raquel Lyra. Não foi à toa que João Campos se apressou em lançar parcialmente a chapa majoritária. Lembrando que o PT está construindo sua posição de acordo com suas instâncias partidária. Evidentemente, que sem pressa e preservando a democracia interna. Política precisa de combinação, que o diga Eduardo da Fonte. Ok, Moçada!

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