Presidente dos Estados Unidos relatou “conversas muito boas e produtivas” com Teerã nos últimos dois dias
23 de março de 2026
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| Donald Trump (Foto: Daniel Torok/Casa Branca) |
Por Guilherme
Levorato (Jornalista)
247 - O presidente dos
Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington e Teerã avançaram em
negociações para encerrar as hostilidades no Oriente Médio, após dois dias de
conversas classificadas por ele como produtivas. Em meio ao diálogo, Trump
decidiu adiar por cinco dias uma possível ofensiva militar contra instalações
energéticas iranianas, sinalizando uma tentativa de reduzir a escalada do
conflito.
A declaração foi feita pelo próprio
presidente em uma publicação nas redes sociais, após reuniões realizadas ao
longo do fim de semana. Ele destacou que a decisão foi influenciada pelo tom
das negociações em curso.
Em mensagem escrita em letras
maiúsculas, Trump declarou: “Tenho o prazer de informar que os Estados Unidos
da América e o país do Irã tiveram, nos últimos dois dias, conversas muito boas
e produtivas sobre uma resolução completa e total de nossas hostilidades no
Oriente Médio”.
O presidente dos Estados Unidos também
afirmou que determinou a suspensão temporária das ações militares. “Com base no
tom dessas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, que continuarão
ao longo da semana, instruí o Departamento de Guerra a adiar quaisquer ataques
militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iraniana por um
período de cinco dias, sujeito ao sucesso das reuniões e discussões em
andamento”, escreveu.
A decisão ocorre após uma escalada de
tensões envolvendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global
de petróleo. Trump havia ameaçado lançar ataques já na noite desta
segunda-feira (23) caso o Irã não permitisse a reabertura da passagem marítima.
Dias antes, o presidente havia
demonstrado resistência à ideia de um cessar-fogo. “Podemos ter diálogo, mas
não quero fazer um cessar-fogo”, afirmou na sexta-feira, indicando uma postura
mais dura naquele momento.
A mudança de posição, agora condicionada ao avanço
das negociações diplomáticas, sugere uma tentativa de abrir espaço para um acordo
mais amplo que reduza o risco de confronto direto na região.
EM TEMPO: A população do mundo inteiro seja civil, seja militar, está indefesa e sujeita aos tiranos. A letra da música de Geraldo Vandré, "Para não dizer que falei das Flores", está atualizadíssima nos dias de hoje. Além das dificuldades do dia a dia pela sobrevivência, deparamo-nos com os causadores de problema, os neonazistas e psicopatas, os quais põem em risco a soberania das nações e a sua população. Recentemente o Presidente da Argentina, Javier Milei, submisso que é a Trump, colocou-se a disposição dos EUA para guerrear contra o Irã. Ainda bem que aqui no Brasil escapamos de Bozo, o qual certamente iria nos causar problema contra a Venezuela. O que se sabe é que Trump está preso a Netanyahu. Primeiro Ministro de Israel, mas que ao atacar, destruir, matar crianças, civis, militares e líderes do Irã, não esperavam a resposta bélica do Irá, a qual está provocando nova arrumação na geopolítica mundial, além de destruição parcial do aparato bélico de Israel e dos EUA. Além dos problemas econômicos. Considerando que Trump não é confiável, o Irã deve apresentar uma série de reivindicações para encerrar a guerra, além da reposição dos prejuízos materiais causados pela coalizão militar EUA e Israel. Donde se conclui que apesar do poderio bélico dos EUA e Israel, a dupla do mau levou muita "madeira de dar em doido", provocando o récuo parcial de Trump . Ok, Moçada!

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